Um viajante belga procedente de Uganda passou a ser investigado no Rio de Janeiro após apresentar sintomas compatíveis com doenças virais graves. A investigação teve início em 30 de maio de 2026, quando o paciente chegou ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz com tosse, calafrios e diarreia. Autoridades sanitárias acionaram imediatamente o protocolo especializado e mantiveram o homem em isolamento enquanto aguardam a conclusão dos exames.
Resultados dos exames iniciais
Amostras de saliva e urina já analisadas confirmaram malária e descartaram ebola. O exame de sangue permanece em análise, mas as primeiras evidências laboratoriais afastam a hipótese de infecção pelo vírus ebola. Equipes das secretarias municipal e estadual de Saúde monitoram os contatos próximos do paciente para evitar qualquer disseminação.
O protocolo de atendimento foi ativado por precaução, considerando o histórico recente de casos de ebola em Uganda e o surto em curso na África Central. Todas as medidas seguem rigorosamente as orientações internacionais de biossegurança.
Medidas de precaução adotadas
Fiocruz reforçou que o isolamento e o monitoramento dos contatos visam proteger a população enquanto os resultados definitivos não são divulgados. O paciente permanece internado e recebe tratamento específico para malária.
A medida é de precaução, considerando o histórico de viagem do paciente
Fiocruz
Monitoramento contínuo
As autoridades mantêm vigilância ativa sobre os contatos do viajante e atualizam os dados conforme novos resultados laboratoriais surgirem. Até o momento, nenhuma outra pessoa apresentou sintomas semelhantes.



