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Jennifer Finch, da banda L7, morre aos 57 anos cinco dias após revelar luta contra câncer no cérebro

Jennifer Finch, baixista da banda americana L7, faleceu aos 59 anos no último sábado (18). A informação foi confirmada pelo grupo nas redes sociais.

“Com o coração muito pesado, anunciamos que nossa querida companheira de banda, amiga e parceira de confusões Jennifer Finch faleceu hoje. Ela teve uma longa e corajosa batalha contra o câncer no cérebro e foi amada por muitos amigos maravilhosos, colegas músicos e fãs em todo o mundo. Nós te amamos, Jennifer”, escreveu o L7 em uma publicação.

Cinco dias antes da morte, a página oficial da musicista informou pela primeira vez que Jennifer Finch enfrentava um câncer agressivo no cérebro e divulgou uma campanha de arrecadação de fundos para ajudar com despesas médicas.

Segundo o comunicado, complicações relacionadas à doença fizeram com que ela passasse por múltiplas cirurgias e enfrentasse limitações físicas significativas.

A iniciativa buscava custear cuidados de enfermagem em casa, fisioterapia, terapia de fala, equipamentos médicos e outros gastos do tratamento.

Carreira no L7

Jennifer Finch integrou a formação mais conhecida do L7, grupo formado em Los Angeles no fim dos anos 1980 e que se tornou um dos nomes de destaque do rock alternativo e do movimento grunge nos anos 1990.

Com Finch no baixo, a banda lançou alguns de seus trabalhos mais importantes, como o álbum “Bricks Are Heavy” (1992), que ajudou a consolidar o grupo no cenário internacional.

A baixista deixou o L7 nos anos 1990, mas voltou a fazer parte da banda durante a reunião do grupo em 2014. Em 2019, o L7 lançou “Scatter the Rats”, seu primeiro álbum de estúdio desde “Slap-Happy”, de 1999.

Passagem pelo Brasil

Jennifer Finch esteve no Brasil em 2025 para uma série de shows do L7 ao lado do Garbage.

Os shows fizeram parte da passagem das bandas pelo país, reunindo dois nomes importantes do rock alternativo dos anos 1990.

O L7 ficou conhecido por músicas como “Pretend We’re Dead” e por uma trajetória marcada pela mistura de punk, grunge e rock alternativo, além da presença feminina em um cenário dominado por bandas masculinas na época.

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