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Prefeito de Anápolis destaca bom ritmo de obras de ponte e novo viaduto

Prefeito afirma que ponte estaiada tem ritmo acelerado e viaduto do Recanto do Sol terá vias laterais prontas em breve

As duas principais obras de mobilidade do Anápolis Investe, a ponte estaiada que ligará a Avenida Brasil Sul à Avenida Pedro Ludovico, e o viaduto que vai desafogar o trânsito daqueles que saem ou entram na região do Recanto do Sol, devem apresentar novidades nas próximas semanas.

Segundo o prefeito Roberto Naves (Republicanos), a construção da ponte estaiada segue em ritmo acelerado e já foram concretadas mais de 50 estacas. “Eu acredito que dentro de mais 30, 40 dias, a ponte começa a sair do chão. Porque precisa fazer a base, onde o mastro vai ficar apoiado. Aí sobe e começa a construir lateralmente para os dois lados”, disse o mandatário em entrevista à Rádio Manchester.

Naves explicou que a empresa contratada para a obra da ponte estaiada trouxe a Anápolis uma nova perfuratriz, mais moderna e mais rápida, então o trabalho tem evoluído rapidamente. A construção foi iniciada há pouco mais de dois meses. A ponte terá 298 metros de extensão e 80 metros de altura, da base ao topo. Serão investidos R$ 125 milhões no projeto, que leva o nome do pai do governador Ronaldo Caiado (UB), Edenval Ramos Caiado.

Em relação ao viaduto do Recanto do Sol, Roberto Naves informou na entrevista que as vias laterais que vão permitir o escoamento do trânsito enquanto parte da rodovia é interditada para a obra, estão sendo construídas no momento. A primeira dela, no sentido Anápolis-Jaraguá já foi concluída e, segundo o prefeito, o outro lado fica pronto nessa semana.

“E aí vou fazer o evento da ordem de serviço. Com os retornos prontos em 10 dias, a interdição da BR-153 para escavação do tão sonhado viaduto. A previsão é que se entregue em outubro, novembro desse ano. É uma obra rápida, que vai acontecer no período de estiagem”, ressaltou o chefe do Executivo.

 

FOCADO

Questionado se já tinha o nome definido em que irá apoiar na disputa eleitoral deste ano, Roberto Naves respondeu que está “extremamente focado para saber que horas e quando vamos colocar para funcionar a unidade de internação do Leblon, que dia a gente consegue entregar a UPA da Mulher, que foi colocado recurso por parte da primeira-dama Vivian Naves”.

“Então na cabeça do prefeito Roberto Naves só passa o seguinte: prefeitura, obras e ações. O objetivo principal é cuidar das pessoas. A questão política vou tratar quando for a hora de fazer política. Se eu começasse a tratar disso agora, eu estaria fazendo o jogo da oposição, que quer o quanto pior, melhor”, afirmou o prefeito.

“O que a oposição quer criando esse tanto de factoide, montando essa rede e tentando desgastar a imagem do prefeito perante a população? Eles querem que eu comece a responder sobre política, eles querem que eu comece a falar desses assuntos que são inverdades, e perca a concentração em trabalhar e entregar para a população aquilo que ela quer”, continuou Roberto Naves.

Por fim, o mandatário deu um recado: “Queria dizer a todos eles, à classe política, que o prefeito Roberto Naves é jovem, mas é experiente no que diz respeito a isso, e nada vai tirar o foco que tenho, que é cuidar das pessoas”.

Uma das ações futuras anunciadas pelo prefeito na entrevista é o recapeamento de ruas que já não suportam mais operações tapa buracos. “Estamos fazendo o levantamento das ruas cujo asfalto está mais degradado, para que no período de estiagem faça a aplicação do microrrevestimento. Arranca o velho, coloca o novo. Serão entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões aplicados”, revelou.

Ainda segundo o processo eleitoral, Roberto disse que em 2020, na disputa da sua reeleição, tratou de campanha fora do expediente de trabalho da Prefeitura de Anápolis, pois entende “que existe um contrato de confiança da população com minha pessoa”. “O fim [desse contrato] é 31 de dezembro de 2024 e por isso não posso decepcionar”, completou.

 

DESAFIADOR

Para o prefeito, esse último ano de gestão não é o mais desafiador para ele. “O ano mais desafiador foi 2017. Pegar a prefeitura com R$ 200 milhões de precatórios, sem pagar coleta de lixo. Não tinha nem caos porque não existia a saúde. Não tinha luva, não tinha dipirona, as unidades de saúde paradas por falta de material. Tínhamos um Hospital Municipal que logo em seguida foi interditado pela Vigilância Sanitária, que não poderia mais fazer cirurgias. Tínhamos um Cais Progresso, que tinha mais ácaro e piolho de pombo do que qualquer outra coisa. O ano mais desafiador foi 2017”.

Com DM Anápolis/

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