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Tesouro Direto tem 3 novos títulos; veja a melhor estratégia de investimento para cada um deles

SÃO PAULO – O Tesouro Nacional alterou seu catálogo de investimentos no início de fevereiro e incluiu três novos títulos, todos prefixados: Tesouro Prefixado com vencimento em 1º de janeiro de 2021; Tesouro Prefixado com vencimento em 1º de janeiro de 2025; e Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 1º de janeiro de 2029.

Do outro lado, alguns títulos deixaram de ser ofertados. São eles: Tesouro Prefixado com vencimento em 1º de janeiro de 2020; Tesouro Prefixado com vencimento em 1º de janeiro de 2023; e Tesouro Prefixado com juros semestrais e vencimento em 1º de janeiro de 2027.

O professor do InfoMoney, Alan Ghani, falará sobre as vantagens, riscos e estratégias para cada uma dessas novas opções de investimento no Tesouro Direto no programa “Tesouro Direto com Ganhos Turbinados”, apresentado toda quinta-feira às 14h na InfoMoneyTV.

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F): o investidor também sabe exatamente quanto receberá no momento da compra, mas o fluxo de pagamento é diferente: nesse título público, o investidor recebe pagamentos a cada seis meses, que funcionam como uma antecipação da rentabilidade contratada.

Tesouro Selic (LFT): esse é um título público em que o rendimento é totalmente atrelado à taxa Selic, o que normalmente é indicado para investidores de perfil mais conservador. Essa taxa tem a sua meta definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a cada 45 dias, e que hoje está em 6,75% ao ano. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento.

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal): a rentabilidade desse título público é dividida em duas partes: uma parcela prefixada e outra parcela atrelada ao IPCA, o índice oficial de inflação usado pelo Governo. Essa composição garante que o investidor sempre terá um retorno acima da inflação, e por isso costuma ser indicado para aplicações de longo prazo. O pagamento é feito apenas após a data de vencimento.

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B): Semelhante ao IPCA+, a rentabilidade também é dividida entre uma taxa prefixada e a variação do IPCA, mas com a diferença de que o Tesouro Nacional realiza pagamentos semestrais, para quem busca complementar a renda com os títulos públicos.

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