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Morre motorista de ônibus que teve corpo incendiado por mulher em Anápolis

O HUGOL de Goiânia confirmou que morreu na manhã deste domingo (12) o motorista de ônibus Walisson Barboza dos Santos, 35 anos, vítima de atentado no terminal urbano de Anápolis, quando uma mulher alegando perseguição por ter mau hálito lhe atirou álcool e ateou fogo. A mulher de 37 anos se sentia perseguida pelos motoristas da empresa e por outras pessoas por ter mau hálito. “Quando ela passava, as pessoas tampavam o nariz”, informou a delegada que cuida do caso em Anápolis.

O crime que chocou os goianos, aconteceu na tarde de quarta-feira (1/9) quando Walisson sofreu queimaduras de 2º e 3º grau ao ser alvo desta mulher que está presa respondendo pelo bárbaro crime. Walisson ficou muitos dias em estado grave e infelizmente não resistiu aos graves ferimentos e diversas cirurgias.

De acordo com médicos especialistas em queimaduras, a morte de pacientes com 80% do corpo queimado, como era o caso de Wallison, acontecem com frequência. É que as complicações ocorrem a longo prazo. A pele é a principal barreira do organismo contra infecções. Sem ela é muito difícil controlar o ataque de bactérias.

Além disso, um corpo sem pele se desidrata com muita velocidade e produz toxinas que levam à falência renal. Dependendo da gravidade da queimadura, a pele perde a capacidade de se regenerar e torna o tratamento extremamente difícil e lento. Por essa razão, grande parte dos pacientes não consegue resistir ao longo do tempo.

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