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Morre Adjunta, a cadela símbolo da Delegacia do Idoso em Porto Alegre
A cadela Adjunta, que viveu cerca de 15 anos no prédio do antigo 6º Distrito Policial, atual sede da Delegacia do Idoso, Delegacia de Trânsito e Delegacia da Pessoa com Deficiência, morreu na segunda-feira, 6 de julho de 2026. A animal, que tinha cerca de 20 anos, recebeu cuidados paliativos após diagnóstico de tumor no útero e era alimentada pela equipe de policiais da unidade, incluindo o delegado Manuel Vanderic.
A rotina de Adjunta na delegacia
Adjunta ganhou uniforme e pistola de brinquedo e participava dos atendimentos diários. Ela auxiliava em visitas a idosos e ajudava a reduzir resistências durante os contatos com a polícia. Os policiais relatam que a presença da cadela tornava o ambiente mais acolhedor para quem buscava os serviços da delegacia.
O papel nos atendimentos a idosos
De acordo com o delegado Manuel Vanderic, a função dela ia além de companhia. “Ela começou a fazer um sucesso espontâneo com os idosos que iam à delegacia. Eles ficavam aguardando e ela era como uma distração.” Outra declaração destaca que “A função dela não era figurativa. Ela quebrava a resistência que, infelizmente, pessoas idosas têm com a polícia.”
O último dia na unidade
Após cerca de dois anos de tratamento paliativo, a morte de Adjunta deixou o clima diferente na delegacia. “Hoje foi o primeiro dia sem ela e foi horrível o clima na delegacia”, afirmou Vanderic. A equipe lamenta a perda de uma companheira que marcou a rotina do local por mais de uma década.



