Política
Justiça disse que não há provas suficientes contra Gustavo Mendanha

O secretário de Desenvolvimento Urbano de Aparecida de Goiânia, Davi Mendanha, conversou com o Diário de Aparecida na manhã deste sábado (21), sobre o caso da possível fraude de desvio de recursos da construção do novo prédio da Câmara Municipal da cidade.
A justiça julgou improcedente o caso, e não há provas sobre a participação dele do seu primo, o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha. Davi contou que acredita que a ação, é ”mera perseguição política”, mas sem citar nomes.
Durante a operação, 15 mandados de busca e apreensão foram cumpridos na residência de Davi Mendanha, bem como nas casas de dois de seus assessores. As ações estão relacionadas ao período em que ele atuava como procurador-geral da Câmara Municipal de Aparecida.
Esclarecimento da Justiça
O Judiciário declarou que não há provas suficientes da participação de todos os funcionários listados na investigação. Mesmo sem indícios, no entanto, os nomes foram inclusos como suspeitos por conta da participação no processo de licitação.
Em alguns casos, por exemplo, funcionários assinaram documentos como testemunhas, o que pode sinalizar que não houve envolvimento direto em atuações fraudulentas, caso elas sejam confirmadas.




