Cidades
Em primeiro ano de gestão, Prefeitura de Goiânia cai para nota B do Tesouro Nacional

A Prefeitura de Goiânia vai sofrer uma queda na nota atribuída pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), por meio da análise de Capacidade de Pagamento (Capag), que apura a situação fiscal de estados e municípios. Depois de atingir o nível máximo em abril de 2021, com os resultados apresentados ao fim da gestão do ex-prefeito Iris Rezende (MDB), gastos assumidos no primeiro ano da gestão de Rogério Cruz (Republicanos) levam o município da nota A para B.
As despesas extras no ano passado estão divididas em: R$ 70,8 milhões para a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), como subsídio para as empresas do transporte coletivo; R$ 5,5 milhões de subvenção para o transporte; R$ 157,7 milhões em gastos causados pela pandemia de Covid-19; e R$ 29,5 milhões para custeio do programa Renda Família. Além disso, o município deixou de arrecadar R$ 2,02 milhões por conta do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) Social, que isenta famílias de baixa renda como forma de amenizar o impacto socioeconômico da pandemia.

Despreocupado
O secretário de Finanças afirma não se preocupar com a mudança de categoria na STN, já que a alteração é resultado de despesas sociais necessárias para o momento, que são defendidas pelo auxiliar. Além disso, Lourenço aponta que a capital ainda tem alta capacidade de endividamento para 2022.




