
O deputado federal delegado Waldir Soares (União Brasil) retoma defesa da tese de que a base do governador Ronaldo Caiado (UB) pode e deve ter vários candidatos ao Senado na eleição a vaga única em outubro deste ano. O próprio parlamentar mantém pré-candidatura e aponta que a iminente liberação das chamadas candidaturas independente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – que já tem parecer jurídico favorável, dará maior liberdade para as siglas que compõe a aliança em torno do projeto de reeleição do governador.
Quando questionado sobre o assunto, na última semana, Caiado respondeu que cada partido tem liberdade para definir seus projetos e que não pretende interferir. Na mesma declaração, no entanto, o governador considerou que as legendas também têm “autonomia” para definirem estratégia de união. Avaliação no Palácio das Esmeraldas é de que a melhor alternativa é de unir forças para combater o possível favoritismo do ex-governador Marconi Perillo na disputa ao Senado.
Apesar de entender que a junção de forças deverá ser a melhor estratégia, caiadistas apontam que o governador deve articular a questão com cautela e esperar que a iniciativa parta dos próprios caciques partidários. O receio é de que alguma sigla caminhe para a oposição, caso seja preterida.
Palacianos consideram que, caso a decisão venha pessoalmente do governador, algum dos quatro pré-candidatos pode migrar, com seu partido, para o projeto de Gustavo Mendanha (Patriota) ou de Vitor Hugo (PL), levando consigo estrutura política que hoje os opositores não têm.
Quem são?
A lista inclui os pré-candidatos: deputado federal João Campos (Republicanos), Alexandre Baldy (PP), senador Luiz do Carmo (PSC) e o presidente da Alego, Lissauer Vieira (PSD), hoje considerado favorito para o caso de definição de nome único pelo governador.
Com Agência de Notícias-Por: Rubens Salomão
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