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Prefeitura de Anápolis não terá Marconi na disputa, mas Chiareloto vem com forte apoio

O quadro da eleição municipal de Anápolis ganha novos contornos neste segundo semestre e promete novidades até o início de 2020. A partir de nota publicada pelo Jornal Opção foi especulada, no começo da semana passada, a possibilidade de Marconi Perillo disputar a prefeitura de Anápolis. Na terça-feira à noite essa hipótese foi descartada por Ridoval Chiareloto, ex-secretário de Indústria e Comércio, ex-presidente da extinta Goiasindustrial (agora Codego) e da Agência Goiana de Regulação.

Sempre muito próximo do ex-governador, Ridoval Chiareloto descartou qualquer possibilidade de Marconi Perillo entrar na disputa eleitoral de 2022. A estratégia do ex-governador é se preservar para 2026, quando estará livre de qualquer amarra jurídica proporcionada pelos processos em que se viu envolvido após deixar o governo. Ridoval Chiareloto disse que ele, sim, será candidato a prefeito de Anápolis e que em janeiro deixará a secretaria de Indústria e Comércio, do Tocantins, para assumir a estratégia visando a sua candidatura. Chiareloto atende aos apelos do ex-governador Marconi Perillo e de muitos empresários que o procuraram convencendo-o a concorrer à prefeitura de Anápolis.

Na eleição de 2008 Ridoval Chiareloto entrou na disputa para a prefeitura de Anápolis, e, num determinado ponto da campanha ficou bem posicionado, até ser abatido por graves acusações a eles dirigidas pelo também candidato Valdair de Jesus. A polêmica entre os dois candidatos possibilitou uma reviravolta na corrida, levando para o segundo turno Onaide Santillo, e o até então improvável Antônio Gomide, que acabou se elegendo pela primeira vez como prefeito da cidade.

Por Marcus Vinicius Isaac

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