Anápolis

Quase dois anos depois, mortes de empresários anapolinos seguem como mistério

Por decisão judicial a investigação foi atribuída à delegacia da Polícia Civil, de Silvânia, que tem jurisdição sobre as áreas onde os corpos foram localizados

As mortes de Elson Divino Pereira Abreu, a época com 36 anos; e seu companheiro Edmar de Almeida, que tinha 51 anos, donos em Anápolis do extinto Restaurante Vesúvio,fez com que um ouvinte da Manchester, buscasse informações no dia de ontem.

Os corpos deles foram localizados às margens do Lago Corumbá Quatro, em abril de 2.017. O primeiro cadáver achado foi o de Elson Divino, com sinais de traumatismo craniano, induzindo os investigadores a acreditarem em assassinato. O corpo do empresário Edmar Almeida foi encontrado quatro dias depois, em decomposição, a uma boa distância do local onde foi localizado o corpo do Elson Divino.

O jogo de empurra-empurra acabou se transformando em um imbróglio jurídico, e com as mortes deles envolvidas em mistério,ainda não foram esclarecidas pelas autoridades policiais, e dificilmente sairá uma explicação fundada em técnicas de investigação forense.

Por decisão judicial a investigação foi atribuída à delegacia da Polícia Civil, de Silvânia, que tem jurisdição sobre as áreas onde os corpos foram localizados. Entretanto, em nada avançaram as tentativas de esclarecer os fatos.

Edição: Marcus Vinicius Isaac

Por: Jairo Mendes

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