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Estado do Rio de Janeiro confirma a 18ª morte por febre amarela
Um homem de 38 anos morreu de febre amarela em Angra dos Reis (RJ), na madrugada desse sábado (3). A informação foi dada pela Secretaria municipal de Saúde da cidade. Wosley Ferreira da Silva era morador da Praia do Provetá, na Ilha Grande, e estava internado no Hospital Geral da Japuíba, em Angra. Ainda segundo o órgão, a vítima esteve recentemente na Praia da Longa, também na Ilha Grande, onde foi confirmada a morte de um macaco por febre amarela. A suspeita é a de que Wosley tenha contraído a doença lá.
Com isso, sobe para 18 o número de mortos no Estado, sendo dez registrados em cidades do Sul do Rio. Na sexta-feira, um homem de 55 anos, que morava na área rural de Valença morreu. Ele estava internado em um hospital no Rio há mais de 20 dias.
Na semana passada já haviam sido confirmadas as mortes de uma pessoa de Rio das Flores e de um médico, de 62 anos, que estava no sítio dele no distrito de Sebollas, em Paraíba do Sul, e morreu por causa da doença. Nove pessoas estão internadas com a doença no Hospital Escola de Valença. Ainda segundo a Secretaria de Saúde, outras 13 pessoas também estão internadas na unidade com suspeita da febre amarela. A morte de Wosley acontece no auge da temporada de férias de verão, quando a Ilha Grande é muito procurada por turistas.
Mutirão. Nesse sábado (3), o Estado de São Paulo realizou o chamado “dia D” da vacinação contra a febre amarela em 54 cidades da Grande São Paulo, do Vale do Paraíba e da Baixada Santista. Até o dia 17 de fevereiro, o governo do estado pretende imunizar 9,2 milhões de pessoas. Para se vacinar, é preciso levar documento de identidade e carteiras do SUS e de vacinação.
A campanha será feita com a dose fracionada da vacina. Segundo o Ministério da Saúde, a dose fracionada tem eficácia de oito anos, e quem já se vacinou não precisa de nova imunização.