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Como organizar as finanças e começar a investir em 2018? Analista-chefe da Rico dá as dicas

SÃO PAULO – Pesquisas recentes apontam a dificuldade do brasileiro em poupar, ao mesmo tempo em que a principal resolução de ano novo é guardar dinheiro e sair do vermelho, segundo uma pesquisa do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) com a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

Dos que conseguem separar uma parte do orçamento para aplicações, o dinheiro vai quase todo para a poupança. Dados da Allgoo, fintech especializada na digitalização de instituições financeiras, mostram que a poupança é a escolhida por 29% dos brasileiros, seguida pelos aportes em CDB e Tesouro Direto, com 27% e as ações com 4%.

O resultado dessa preferência pela poupança é que, após dois anos de saldo negativo, as cadernetas voltaram a ter captação líquida positiva em 2017 e os depósitos superaram as retiradas em R$ 17,126 bilhões.

Se deixar na poupança é ruim para o investidor, algumas pessoas sequer conseguem poupar: 22% dos pesquisados disseram não ter nenhuma quantia sobrando e 19% deixam dinheiro parado na conta corrente.

A razão para essas finanças apertadas vem do fato de que 56% dos brasileiros assumiram não fazer orçamento doméstico ou familiar, como consequência 69% afirmaram não ter poupado nenhuma parte da renda recebida nos últimos 12 meses, segundo levantamento do Banco Central em parceria com a Serasa Experian.

Se você se sente representado pelas pesquisas e precisa de uma ajuda para organizar o orçamento familiar para começar a investir e quer começar com aplicações de baixo risco, confira as dicas do analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, no programa “Como viver de renda fixa”.

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