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Município de Goiatuba inaugura Centro de Atenção Psicossocial

Atendendo a uma recomendação expedida pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) em março do ano passado, o município de Goiatuba inaugurou nesta segunda-feira (2/6) o Centro de Atenção Psicossocial (Caps). A unidade abarcará o sistema de saúde da região, alcançando também as cidades de Panamá, Aloândia e Joviânia. A expectativa é de que sejam realizados aproximadamente mil atendimentos por mês, nas mais diversas especialidades.

Para que os atendimentos sejam feitos, foi providenciado um quadro de profissionais já contratados e em atuação, formado por psicólogas, assistente social, médico psiquiatra, enfermeira, técnicas de enfermagem e fisioterapeuta.
A recomendação feita no ano passado pelo promotor de Justiça Pedro Henrique Silva Barbosa, titular da 1ª Promotoria de Goiatuba, teve como base a crescente demanda no município por serviços de atenção primária em saúde, especialmente no tocante à criança e adolescente (veja detalhes no Saiba Mais).
O promotor de Justiça destaca que Goiatuba tem aproximadamente 36 mil habitantes, segundo o Censo de 2022, e não contava com estrutura de Caps, como outros municípios com menor quantitativo populacional. Além disso, o município, embora detentor do 35º Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Estado de Goiás e 1º na região geográfica de Itumbiara (além de ocupar posição de destaque a nível nacional), não contava com o serviço, agora implantado.
No documento, o MP havia orientado ao prefeito José Alves Vieira e à secretária de Saúde, Patrícia Lemes de Lima, que executassem os recursos financeiros de investimento e custeio repassados pelo Ministério da Saúde via fundo e contrapartida do Estado, para criação da nova estrutura.
Para o promotor Pedro Henrique Barbosa, a inauguração representa um instrumento básico de atendimento de saúde mental, que permitirá o cuidado e acolhimento de todos necessitarem, garantindo os direitos fundamentais de pessoas portadoras de transtornos e enfermidades mentais, assim como usuários em drogas, em situação de risco e abandono”.
(Texto: Assessoria de Comunicação Social do MPGO)




