
O grupo que aconselha a campanha de Lula na educação quer acabar com o projeto de escolas cívico-militares. A militarização das escolas é uma bandeira do governo Bolsonaro e alcançou 216 colégios públicos em 25 estados, desde 2019.
“O projeto das escolas cívico-militares fracassou”, resumiu ela, em conversa com a coluna. “O PT é contra esse projeto e com certeza não vai bancá-lo. Quem quer botar um filho ou filha em escola militar pode fazer isso com os colégios militares. O espaço físico das escolas públicas não pode ser ocupado por autoridades militares”, opinou.
Leitão reconhece, entretanto, que a iniciativa tem um apelo de combate à violência. “Há uma crise de autoridade das famílias. Algumas acham que uma escola assim vai moldar seu filho. Precisamos mostrar qual a melhor forma de fazer isso”, avaliou.
Lançado em 2019, o projeto das escolas cívico-militares chegou a 216 escolas em 25 estados. Ao ser transformada em uma unidade cívico-militar, a escola pública passa a empregar integrantes da Polícia Militar ou das Forças Armadas. As despesas são custeadas pelo governo federal.
Com Agência de Notícias/Lucas Marchesini/Metrópoles/



