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Lideranças do Fisco celebram promessa de Marconi Perillo de reformular a Secretaria da Economia

A proposta de Marconi Perillo (PSDB) de garantir autonomia à Receita Estadual dominou a sabatina ocorrida na última quarta-feira (26). Como primeiro convidado dos encontros políticos do Sindifisco-GO e da Affego, o candidato detalhou que, se eleito, desmembrará a atual Secretaria da Economia, que hoje concentra Receita, Tesouro, planejamento e orçamento.
O governadoriável assegurou que as decisões envolverão diálogo direto com a categoria e reforçou seu posicionamento:
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“Acredito que temos que ter a pasta fazendária e, eventualmente, uma pasta da Receita. Mas juntar planejamento, juntar gestão com a Secretaria da Fazenda, não dá certo.”
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“O que está errado é acumular áreas que não têm a ver com a Receita. Orçamento e ordenação de despesas, planejamento, isso tem que ficar separado, e nós vamos fazer isso.”
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“Gosto da ideia, mas eu quero conversar melhor, se for eleito, com todos vocês. Se for algo interessante, relevante para o Estado, para a arrecadação, não vejo problema. Talvez essa possa ser o começo da solução de muitos problemas que virão.”
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“Vou conversar com os servidores, com os guerreiros da Secretaria da Fazenda, que são indispensáveis para fazer o Estado andar. Sem a Receita, sem o contribuinte, sem o trabalho dos agentes fazendários, dos fiscais, dos auditores fiscais, Goiás não vai para frente.”
A presidente da Affego, Dalvina Alves Cardoso, frisou a importância do Fisco para as políticas públicas e aprovou o tom do candidato: “Eu acho ótimo e me encanta muito a posição do nosso candidato, quando ele diz que vai nos tratar como colegas de trabalho. Além desse aspecto de prestigiar o Fisco, a gente pede, encarecidamente, para que o senhor cumpra essa honrosa promessa de nos ouvir, de contar com a gente como colaboradores no seu governo”. Paulo Sérgio dos Santos, presidente do Sindifisco-GO, também elogiou (“é muito bom ouvir essa fala do governador”) e traçou um retrato da falta de investimentos em tecnologia e pessoal: “Hoje somos 510 auditores fiscais no quadro ativo, e nós já fomos mil e, há algum tempo, 1.600. Não houve nenhum tipo de investimento, de cuidado especial com a Receita”. Crédito das fotos: Henrique Luiz.




