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FAB esclarece que conscritos em Anápolis estavam sob menagem, não presos

Uma mãe relatou que seu filho estaria preso na Base Aérea de Anápolis e solicitou ajuda para soltá-lo. A Força Aérea Brasileira esclareceu que os dois conscritos estavam sob medida de menagem, que não configura prisão, e que os processos na Justiça Militar da União foram arquivados após a incorporação.

Cronologia dos fatos

Os jovens deveriam ter se apresentado para a incorporação do Serviço Militar Obrigatório em 3 de agosto de 2026. Um deles foi capturado, enquanto o outro compareceu voluntariamente em 15 de setembro de 2026. Ambos foram incorporados na Base Aérea de Anápolis e permaneceram sob menagem no quartel até o encerramento da medida.

Posição da força aérea brasileira

A FAB explicou que os casos foram encaminhados à Justiça Militar por possível crime de insubmissão, previsto no Código Penal Militar. A menagem funcionou como medida cautelar durante o período em que os conscritos aguardavam a regularização da situação. Posteriormente, os processos foram arquivados, resultando na liberação dos jovens sem condenação.

A ocorrência envolveu a Justiça Militar da União, que analisou os autos e determinou o arquivamento. A Base Aérea de Anápolis, localizada em Goiás, atuou como local de incorporação e cumprimento da medida administrativa. A mãe que buscou auxílio recebeu a informação oficial de que não havia prisão formal em curso.

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