
Jair Bolsonaro (PL) disse a pelo menos três pessoas que aposta em recursos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para reaver o direito de se candidatar novamente à Presidência em 2026.
Para alguns aliados e especialistas em direito eleitoral, o discurso do ex-presidente é mais um aceno à sua base de apoio do que uma esperança real. As projeções de Bolsonaro enfrentam desafios jurídicos significativos, especialmente no STF (Supremo Tribunal Federal).
Bolsonaro acredita que o TSE terá uma composição mais favorável a ele em 2026, com Kassio Nunes Marques como presidente e André Mendonça, ambos indicados por ele, entre os ministros. Cármen Lúcia será substituída por Dias Toffoli, visto favoravelmente pelos aliados de Bolsonaro.
Os bolsonaristas mais otimistas esperam que o apoio popular do ex-presidente pressione o Judiciário e o Congresso, influenciando sua situação. Eles também preveem que o próprio PT e Lula (PT) possam preferir disputar contra Bolsonaro do que contra Tarcísio de Freitas (Republicanos). Além disso, uma vitória de Donald Trump nos EUA poderia beneficiar Bolsonaro.
No entanto, alguns interlocutores veem com ceticismo uma mudança política suficiente para reverter sua inelegibilidade. Bolsonaro foi condenado pela Justiça Eleitoral em 2023 por deslegitimar o sistema eleitoral em uma reunião com embaixadores e usar o 7 de setembro de 2022 para fazer campanha eleitoral, resultando em inelegibilidade até 2030 pela Lei da Ficha Limpa.
A defesa de Bolsonaro recorreu ao STF nos dois casos, com até 2026 para esgotar os recursos. Tarcísio Vieira, ex-ministro do TSE, é seu advogado. Especialistas afirmam que as chances de sucesso são baixas, mesmo considerando cenários como a anulação liminar das decisões do TSE por um ministro do STF ou a ação rescisória.
O ex-presidente enfrenta ainda investigações no STF relacionadas à tentativa de golpe, fraude em cartão de vacinação e joias. Condenações criminais nessas investigações podem resultar na perda de seus direitos políticos.
Bolsonaro e seus aliados apostam em mobilizações populares para pressionar o Judiciário. Ele participou de eventos públicos em Americana (SP) e planeja visitas a cinco cidades em Goiás até o fim do mês, além de manifestações em São Paulo e Rio de Janeiro. A intenção é realizar atos em diferentes regiões do país até o fim do ano.
Outra possibilidade discutida é uma reversão via Congresso, mas enfrenta dificuldades. No Senado, há uma proposta do senador Ciro Nogueira (PP-PI) para anistiar Bolsonaro, mas a votação é complicada pela oposição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), aliado de Lula. Na Câmara, a CCJ analisa um projeto de anistia para presos de 8 de janeiro, que pode incluir Bolsonaro.
Em resumo, enquanto Bolsonaro mantém a militância mobilizada e explora todos os caminhos possíveis, especialistas e alguns aliados reconhecem que as chances de reverter sua inelegibilidade são baixas.
Durante coletiva à imprensa, pouco antes dos discursos no 1º Encontro Nacional do União Brasil, Rueda não poupou elogios ao governador. “O Caiado é um símbolo do partido. Ao longo de trinta anos, faz política pública. Passou por todos os estágios. Foi senador, deputado federal e governador por duas vezes. É uma pessoa experimentada, representa o partido”, destacou.
Ele assegurou que a pré-campanha não começou neste sábado, ao contrário. “Ela já começou muito antes”, disse arrancando risos daqueles que estavam ao seu redor. O eventou contou com nomes da política nacional, como o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) e o ex-prefeito de Salvador, ACM neto.
Questionado como faria para tornar o governador conhecido nacionalmente, Rueda mostrou segurança. “Com eventos como esse, a partir de hoje. Estamos dando o primeiro evento que vai circular pelo Brasil todo. Temos dois anos para trabalhar”, pontuou.
O fato do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) não ser tão conhecido para além das fronteiras de Goiás não é um obstáculo dentro do seu partido para que ele construa o projeto para chegar ao Palácio da Alvorada, em 2026. A fala é do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda. O dirigente assegurou, neste sábado (15), que Caiado terá os próximos dois anos, com o apoio da legenda, para se tornar conhecido nacionalmente.
Durante coletiva à imprensa, pouco antes dos discursos no 1º Encontro Nacional do União Brasil, Rueda não poupou elogios ao governador. “O Caiado é um símbolo do partido. Ao longo de trinta anos, faz política pública. Passou por todos os estágios. Foi senador, deputado federal e governador por duas vezes. É uma pessoa experimentada, representa o partido”, destacou.
Ele assegurou que a pré-campanha não começou neste sábado, ao contrário. “Ela já começou muito antes”, disse arrancando risos daqueles que estavam ao seu redor. O eventou contou com nomes da política nacional, como o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) e o ex-prefeito de Salvador, ACM neto.
Questionado como faria para tornar o governador conhecido nacionalmente, Rueda mostrou segurança. “Com eventos como esse, a partir de hoje. Estamos dando o primeiro evento que vai circular pelo Brasil todo. Temos dois anos para trabalhar”, pontuou.
O fato do governador Ronaldo Caiado (União Brasil) não ser tão conhecido para além das fronteiras de Goiás não é um obstáculo dentro do seu partido para que ele construa o projeto para chegar ao Palácio da Alvorada, em 2026. A fala é do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda. O dirigente assegurou, neste sábado (15), que Caiado terá os próximos dois anos, com o apoio da legenda, para se tornar conhecido nacionalmente.
Durante coletiva à imprensa, pouco antes dos discursos no 1º Encontro Nacional do União Brasil, Rueda não poupou elogios ao governador. “O Caiado é um símbolo do partido. Ao longo de trinta anos, faz política pública. Passou por todos os estágios. Foi senador, deputado federal e governador por duas vezes. É uma pessoa experimentada, representa o partido”, destacou.
Ele assegurou que a pré-campanha não começou neste sábado, ao contrário. “Ela já começou muito antes”, disse arrancando risos daqueles que estavam ao seu redor. O eventou contou com nomes da política nacional, como o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) e o ex-prefeito de Salvador, ACM neto.
Questionado como faria para tornar o governador conhecido nacionalmente, Rueda mostrou segurança. “Com eventos como esse, a partir de hoje. Estamos dando o primeiro evento que vai circular pelo Brasil todo. Temos dois anos para trabalhar”, pontuou.




