
O governador Ronaldo Caiado (UB) usou o discurso durante a transferência simbólica da Capital para a Cidade de Goiás para condenar indiretamente as insatisfações na base aliada em relação à disputa por vaga ao Senado. O primeiro evento de transferência depois de dois anos de pandemia foi marcada pela ausência do presidente da Assembleia Legislativa, Lissauer Vieira (PSD), que sequer enviou representante.
A atitude foi entendida como claro recado do pré-candidato por conta da insatisfação gerada depois da definição de Caiado de que não será possível unificar os partidos em candidatura única ao Senado. Diante da reação, Caiado rejeitou a “vaidade” na política. “Com aquilo que nós aprendemos, pisando na vaidade todos os dias pela manhã. Pisando na vaidade todo dia pela manhã e se ajoelhando e pedindo a Deus para que a gente tome as melhores soluções”, discursou.
“Algumas observações que acho que são extremamente válidas. Primeiro, governar o estado não é um ato de personalismo. Não é um ato de poder achar que deve apostar apenas nas suas decisões. Governar é muito mais amplo do que isso”, definiu o governador.
Comando
Em entrevista coletiva, o governador disse que a decisão sobre ficar ou não base aliada será tomada pelo presidente do PSD, Vilmar Rocha, e que acredita na convergência entre os partidos.
Chapa caiadista
Caiado fez questão de lembrar que atuou, até o início de abril, para montar junto com Vilmar, uma chapa competitiva para o PSD na disputa por cadeiras na Alego e na Câmara Federal. Para isso, “desidratou” a chapa do próprio União Brasil. “Vilmar jamais me cobraria uma candidatura única ao Senado”, afirmou o governador.
Com Agência de Notícias/Sagres/Acréscimo de informações-Goiás Em Tempo




