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Anápolis torna-se palco de caça a talentos

Meganne Model Management desembarca na cidade e escancara uma verdade incômoda: talento não falta o que falta é coragem de aparecer

Neste sábado (02), o elegante Hotel Intercity deixou de ser apenas um ponto de hospedagem para se transformar em um verdadeiro campo de avaliação.

  • Sem glamour fake.
  • Sem promessa vazia.
  • Sem “tapinha nas costas”.

A seletiva da Meganne Model Management chegou com um objetivo claro:

  • separar quem sonha…
  • de quem tem atitude para viver esse sonho.
  • Aqui não entra currículo.
  • Entra presença.

Esqueça aquele velho discurso de “precisa ter experiência”.

A Meganne faz exatamente o oposto do mercado engessado.

Eles procuram:

  • Fotogenia
  • Postura
  • Comunicação
  • E principalmente… potencial cru

Ou seja:

  • não querem o produto pronto
  • querem quem pode se tornar gigante.

E isso muda o jogo…

O mercado mudou e muita gente ainda não percebeu

Durante anos, o mundo da moda e do audiovisual foi dominado por padrões repetidos, portas fechadas e oportunidades concentradas.

Hoje, a lógica é outra.

Sob o comando de Vanessa Berthond, a agência atua como “Mother Agency”, formando carreiras que começam no Brasil e ganham o mundo.

Não é sobre sorte.

  • É sobre construção.
  • E quem ainda está esperando “o momento certo”… já está atrasado.

Anápolis entrou no mapa e isso incomoda muita gente

A presença da Meganne na cidade manda um recado direto:

  • o eixo mudou.
  • O talento não está mais preso às capitais tradicionais.
  • Ele está aqui.
  • Nas ruas.

Nas pessoas comuns que, de repente, percebem que podem ir muito além.

E isso, para quem vive de exclusividade… é desconfortável….

De bastidor à cena:

  • quando a história vira na prática

Entre os nomes presentes, um exemplo chama atenção:

Gildo Ribeiro.
Jornalista, editor do Portal 7Minutos — alguém que passou anos atrás das câmeras e decidiu, sem pedir licença, ocupar outro espaço.

Do primeiro contato com o cinema local até trabalhos com Absair Weston e produções ao lado da Consultora de elenco  Jú Caruso, construiu algo que o mercado respeita:

trajetória real.

E estar na seletiva da Meganne não é curiosidade.

É estratégia.

Porque quem entende o jogo sabe:

  • oportunidade não se observa  se enfrenta.

A verdade que ninguém gosta de ouvir

Enquanto muitos dizem “um dia eu tento”… outros estavam lá, de roupa preta, documento na mão e disposição no olhar.

Porque no fim das contas, o mercado não escolhe os mais talentosos.

  • Escolhe os que aparecem.

Anápolis não está esperando o futuro.

  • Está disputando ele.

E a pergunta que fica é simples  e desconfortável:

você vai assistir… ou vai entrar no jogo?

Por Gildo Ribeiro

Redação 7Minutos — Anápolis

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