
A união de forças em torno de candidatura única ao Senado na base governista em Goiás passou a ser considerada “improvável”, por articuladores caiadistas ouvidos pela Coluna. Avaliação é de que os entraves apresentados por cada partido são difíceis de serem superados, principalmente diante da pausa nas articulações por conta da ausência de Ronaldo Caiado. O governador segue nesta semana com tempo dedicado à família, depois da perda do filho, Ronaldo Ramos Caiado Filho.
Ronaldo Caiado chegou a ter conversa nesta semana com o pré-candidato a vice, Daniel Vilela (MDB), e manifestou interesse sobre a disputa interna na base, mas não esboçou qualquer intenção de participar das articulações. Daniel tem mantido atuação discreta em busca de apaziguar os ânimos entre os aliados, mas enxerga cada vez mais próxima a possibilidade de saída de Lissauer ou de Luiz do Carmo. Os dois mantêm articulação sobre possível formação de chapa bolsonarista em torno da pré-candidatura do deputado Major Vitor Hugo (PL) ao governo.
Improvável
“Todos enxergam o delegado Waldir como maior concorrente, mas a eleição para o Senado só costuma se definir nas últimas semanas de campanha. Até lá, é cada vez mais improvável que o governo consiga essa unidade”, avalia um caidista em conversa com a Coluna.
Nacional
Entendimento na base é de que o delegado Waldir conseguiu garantias junto à direção nacional do União Brasil de que seria candidato, desde que as candidaturas isoladas fossem autorizadas e que ele se mantenha viável nas pesquisas.
Com Agência de Notícias/Rubens Salomão/Sagres/Acréscimo de informações-Goiás Em Tempo-




