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Grandes grupos de saúde podem estar por trás da nova telemedicina, desconfiam médicos de Anápolis

Por meio da telemedicina, os especialistas conseguem acessar os exames de qualquer lugar do país, utilizando computadores e dispositivos móveis, como smartphones e tablets conectados à internet

A telemedicina, normatizada por ato do Conselho Federal de Medicina, foi tema de debate mediado pelo jornalista Jairo Mendes, com a presença do neurologista Paulo Roberto Taveira, o ginecologista Edmo de Pina e a cirurgiã vascular Mariana Rafaela Garcia dos Santos.

Os convidados opinaram que o emprego de alta tecnologia no atendimento dos pacientes é uma realidade. Entretanto, os profissionais presentes manifestaram a preocupação deles quanto a qualidade do atendimento à população.

A telemedicina é um processo avançado para monitoramento de pacientes, troca de informações médicas e análise de resultados de diferentes exames. Estes exames são avaliados e entregues de forma digital, dando apoio para a medicina tradicional. Com o uso de tecnologias de informação, que agregam qualidade e velocidade na troca de conhecimento, os médicos podem tomar decisões com maior agilidade e precisão.

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Por meio da telemedicina, os especialistas conseguem acessar os exames de qualquer lugar do país, utilizando computadores e dispositivos móveis, como smartphones e tablets conectados à internet. A desconfiança dos médicos Edmo de Pina, Paulo Taveira e Mariana Rafaela é que tais procedimentos atendam apenas os interesses dos grandes grupos de saúde, em prejuízo aos pacientes pobres.

Edição: Marcus Vinicius Isaac

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