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Ação civil pública

Uma ação civil pública provoca o Poder Judiciário a tomar medidas para punir possíveis responsabilidades na obra da Praça Poliesportiva Gracinda Maria da Silva, no Bairro Antônio Fernandes. Segundo o Ministério Público a obra, inaugurada em junho de 2.016, começou errada, porque foram feitas exigências no edital que teriam favorecido à empreiteira Fênix Ambiental e Engenharia. Iniciada apenas com projeto básico a obra, que deveria ter custado 2.509.294,35, foi concluída após sete generosos aditivos que jogaram o preço do serviço para mais quase 3,2 milhões. Uma visita técnica do Tribunal de Contas do Estado concluiu que engenheiros da prefeitura teriam atestado serviços que não foram executados, o que resultou em multas os servidores faltosos. A petição do promotor Artur José Jacon Matias pede a punição de várias pessoas e também que os investigados sejam obrigados a reparar os prejuízos causados aos cofres públicos.

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