
O Brasil já soma mais de 10,4 milhões de mulheres à frente de negócios próprios, número que cresce de forma contínua há mais de duas décadas e reposiciona o empreendedorismo feminino como força econômica estruturante no país. A expansão não se limita à geração de renda individual: altera a
Levantamentos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que as mulheres já representam cerca de 34% dos donos de negócio no Brasil, com crescimento superior a 40% desde 2012. Ainda assim, dados do Sebrae e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que empreendedoras seguem enfrentando obstáculos estruturais, como menor acesso a crédito, capital inicial mais baixo e renda
O Energia Feminina nasce justamente como resposta a esse descompasso. Desenvolvido pelo Instituto Equatorial em parceria com o CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável) , o programa combina capacitação técnica, mentorias especializadas e
Dados internacionais reforçam essa estratégia. Relatórios do Global Entrepreneurship Monitor (GEM Brasil) indicam crescimento consistente da participação feminina no empreendedorismo desde o início dos anos 2000. Estudos da International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para o setor privado, apontam que negócios liderados por mulheres geram impacto direto na estabilidade financeira dos lares, ampliando investimentos em educação, consumo local e segurança econômica,
Antes de chegar a Goiás, o Energia Feminina foi implementado no Pará e no Piauí, com resultados considerados expressivos. Relatórios consolidados pelo Instituto Equatorial e pelo CIEDS apontam que 50% das participantes dobraram a renda mensal após o ciclo de formação, enquanto 51% iniciaram novos negócios ou conquistaram inserção no mercado de trabalho. As feiras realizadas ao final das capacitações reuniram mais de 2.200 pessoas e registraram cerca de R$ 23 mil em vendas e prospecções comerciais, evidenciando impacto econômico direto nos territórios atendidos.
O programa foi lançado oficialmente em Goiânia, em 23 de janeiro de 2026. Na ocasião, o presidente da Equatorial Goiás, Lener Jayme, destacou que o empreendedorismo feminino produz efeitos que vão além do negócio individual. “O Energia Feminina foi desenhado para gerar impacto concreto. Quando a mulher amplia renda, o território inteiro sente esse efeito. É um investimento que transforma capacitação em atividade
Para a coordenadora do Instituto Equatorial, Janaína Ali, a iniciativa foi construída a partir da escuta ativa das mulheres nos territórios atendidos. “A autonomia financeira é um caminho concreto de transformação social. O programa nasce das vivências dessas mulheres e foi desenhado para gerar renda, sustentabilidade e permanência no mercado”, destacou Janaína.
Além da geração de renda, os resultados das edições anteriores indicam mudanças estruturais no cotidiano das participantes. Cerca de 38% passaram a adotar práticas de eficiência energética após
Em Goiás, o Energia Feminina prevê a participação inicial de 112 mulheres na primeira fase, com facilitações voltados para
As inscrições para o programa Energia Feminina, da Equatorial Goiás, permanecem abertas até 05 de março e devem ser realizadas por meio do formulário disponível no link do Forms na bio do Instituto Equatorial (@institutoequatorial) ou pelo site www.cieds.org.br/resumo-do-
Serviço
Inscrições: até 05 de março
Como participar: www.cieds.org.br
Público-alvo: mulheres maiores de 18 anos, em situação de vulnerabilidade social, mulheres atendidas pela Equatorial Goiás, cadastradas no CadÚnico ou encaminhadas pela assistência social
Participação: gratuita
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás integra o Grupo Equatorial, um dos maiores grupos do setor elétrico brasileiro. No estado, a distribuidora
Sobre o Instituto Equatorial
O Instituto Equatorial que é estratégia social do Grupo Equatorial e que atua na promoção do desenvolvimento social nos territórios onde o Grupo Equatorial está presente. A instituição desenvolve programas estruturados com foco em escuta ativa, parcerias e geração de impacto social duradouro, contribuindo para a redução das desigualdades e o fortalecimento do protagonismo local.




