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Divisão de tarefas e organização criminosa: os bastidores da operação da PF no TJ-MA

A operação da Polícia Federal que escancarou a corrupção no Tribunal de Justiça do Maranhão destacou o nível de profissionalismo da organização criminosa. Não se tratava de corrupção de ocasião, mas de um grupo com “divisão de tarefas” bem definida.

A PF detalhou que a organização contava com “captadores” (que buscavam os clientes/empresários), “operadores” (assessores que manipulavam o sistema para direcionar os processos) e os “decisores” (magistrados que assinavam as sentenças encomendadas). Durante o cumprimento dos mandados, agentes apreenderam vastas quantias de dinheiro em espécie e documentos que comprovam a atuação coordenada do bando.

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