Saúde

No mês de Outubro Rosa, Instituto Sabin fortalece acesso à saúde da mulher

Entre as iniciativas, estão a disponibilização de vouchers e o apoio a projetos de conscientização

O incentivo à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de mama é um dos focos das ações promovidas pelo Instituto Sabin neste Outubro Rosa. A instituição, responsável pelo investimento social privado do Grupo Sabin, tem apoiado ações que estimulem a realização de exames e a conscientização sobre a saúde feminina.

Entre as iniciativas está a disponibilização de 800 vouchers gratuitos para exames, incluindo mamografias e análises laboratoriais. A distribuição contempla mulheres atendidas por instituições parceiras em cidades brasileiras do estado de Goiás, além de outras localidades onde o Grupo Sabin atua. A ideia é contribuir para a identificação precoce de doenças e aproximar as mulheres aos serviços de saúde. Até o momento, 51 organizações sociais participam das iniciativas.

Ainda, no dia 23 de outubro, o Instituto Sabin realizará exames laboratoriais no Presídio Feminino de Luziânia (GO), em parceria com a Associação Social AME – Mulheres Esquecidas. A ação busca promover o atendimento em saúde a um público que enfrenta barreiras específicas para receber esse tipo de atendimento e acompanhamento preventivo.

A agenda inclui também um webinar previsto para 29 de outubro, com a participação de organizações da sociedade civil beneficiadas pelos programas Embaixadores da Saúde e Ciclo do Cuidado, do Instituto Sabin. O encontro será dedicado à conscientização sobre o combate ao câncer de mama, fortalecendo o diálogo com instituições que atuam diretamente junto a comunidades em situação de vulnerabilidade.

“Ampliar o acesso à saúde significa também reduzir barreiras que impedem muitas mulheres de buscar atendimento no momento adequado. No Outubro Rosa, nosso compromisso é fortalecer parcerias que levem informação, acolhimento e oportunidades concretas de cuidado a quem mais precisa. A prevenção e o diagnóstico precoce podem fazer diferença na trajetória de muitas mulheres”, afirma Gabriel Cardoso, gerente-executivo do Instituto Sabin.

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