GoiásMancheteÚltimas Notícias
BOMBA NA SAÚDE: Denúncia revela plano de Daniel Vilela para esvaziar corredores, fechar portas de Hugo e Hugol e proibir vídeos de pacientes

O portal Goiás24Horas teve acesso a uma denúncia gravíssima que expõe os bastidores da crise na saúde pública do Estado de Goiás. Segundo informações trazidas inicialmente por um paciente e aprofundadas pela apuração da reportagem, o governo de Daniel Vilela teria articulado uma estratégia drástica após a enxurrada de críticas sobre a superlotação e a presença de pacientes amontoados em corredores de hospitais estaduais.
As medidas determinadas envolveriam três frentes imediatas: mandar pacientes de volta para casa, aplicar uma rígida seletividade de casos e reforçar a segurança interna nos corredores hospitalares com o objetivo explícito de barrar e proibir qualquer gravação de vídeos ou fotos por meio de aparelhos celulares.
A apuração do G24H avançou após relatos de caos absoluto nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Goiânia, onde usuários relatam superlotação e um jogo de empurra, com pessoas transferidas de uma unidade para outra sem obter socorro. Ao investigar as causas dessa sobrecarga em Goiânia e Aparecida de Goiânia, uma fonte ligada à Secretaria Estadual de Saúde (SES), ouvida sob condição de rigoroso anonimato, revelou o núcleo da manobra: o fim do atendimento de “portas abertas” no Hospital de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo) e no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
Conforme a fonte, a ordem é esvaziar os corredores a qualquer custo, empurrando a demanda reprimida para os postos municipais. A partir daí, esses cidadãos entram na fila da Central de Regulação estadual — um sistema que já acumula uma fila de espera estimada em quase 100 mil pessoas. O resultado direto da intervenção é o colapso generalizado da rede e a desassistência deliberada da população goiana.




