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Adélio ganharia R$ 500 mil para matar Dr. Jair (Bolsonaro) diz iraniano

Ao delegado que investiga o atentado, Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano, segundo a revista Crusoé

O iraniano Farhad Marvizi, vizinho de cela de Adélio Bispo de Oliveira, autor da tentativa de assassinato contra o então candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, prestou depoimento à Polícia Federal (PF) com novas informações sobre o caso.

Ao delegado que investiga o atentado, Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano, segundo a revista Crusoé, que teve acesso ao depoimento.

Marvizi afirma ter descoberto que Adélio teria conexões com uma facção criminosa e que, além disso, lhe teria revelado o nome do mandante do crime.

O atentado praticado por Adélio, segundo o depoimento do detento, só teria ocorrido após uma promessa de pagamento de R$ 500 mil para matar quem ele chamou de “Dr. Jair”.

No início do mês de outubro, o presidente Bolsonaro afirmou ter recebido uma carta de um “vizinho de cela” do extremista de esquerda Adélio Bispo com o nome do mandante do atentado.

“Chegou ao meu conhecimento uma correspondência do vizinho de cela contando por alto quem poderia ser o mandante do crime. Eu não quero falar o nome do cara porque podem vir me questionar, vão falar que eu que forjei essa carta para criticar o João da Silva de tal partido”, disse Bolsonaro na ocasião.

Ao delegado que investiga o atentado a Jair Bolsonaro, Marvizi contou que teria se aproximado de Adélio em março deste ano e obtido dele informações inéditas sobre o caso – algo que, sustenta, poderia mudar os rumos da investigação. O iraniano afirmou ter descoberto que Adélio seria ligado a uma facção e que, além disso, lhe teria revelado o nome do mandante do crime.

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