{"id":7647,"date":"2017-12-28T15:34:32","date_gmt":"2017-12-28T15:34:32","guid":{"rendered":"http:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=7647"},"modified":"2017-12-28T15:34:32","modified_gmt":"2017-12-28T15:34:32","slug":"manto-de-basalto-pode-explicar-ausencia-de-agua-em-marte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/manto-de-basalto-pode-explicar-ausencia-de-agua-em-marte-2\/","title":{"rendered":"Manto de basalto pode explicar aus\u00eancia de \u00e1gua em Marte"},"content":{"rendered":"<p>Londres, 20 dez (EFE).- Um estudo apresentado nesta quarta-feira pela revista Nature sugere que as rochas de basalto da superf\u00edcie de Marte podem armazenar mais \u00e1gua que as da Terra e que isto poderia explicar a aus\u00eancia deste elemento da camada superior do planeta vermelho.<\/p>\n<p>A pesquisa, feita pelo especialista Jon Wade, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e um grupo de colegas, tenta explicar porque a \u00e1gua desapareceu da superf\u00edcie de Marte pouco tempo depois de sua forma\u00e7\u00e3o e, por outro lado, continua presente na Terra, gerando condi\u00e7\u00f5es propicias para a vida.<\/p>\n<p>Segundo esta descoberta, o basalto presente em Marte pode conter mais \u00e1gua que os que existem em nosso planeta, por isso o l\u00edquido poderia estar enterrado sob a superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Durante a maior parte do per\u00edodo geol\u00f3gico existiu \u00e1gua na superf\u00edcie, mas Marte a perdia pouco tempo depois de sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As pesquisas anteriores revelaram que Marte perdeu grande parte de sua \u00e1gua depois do colapso de seu campo magn\u00e9tico, mas isto n\u00e3o equivaleria \u00e0 toda a \u00e1gua que falta, diz o estudo.<\/p>\n<p>Wade e sua equipe calcularam os volumes relativos de \u00e1gua que poderiam ser retirados da superf\u00edcie de cada planeta mediante a rea\u00e7\u00e3o com a lava para formar uma crosta bas\u00e1ltica.<\/p>\n<p>Os cientistas descobriram que o basalto relativamente rico em ferro encontrado em Marte pode conter cerca de 25% mais \u00e1gua que a rocha do mesmo tipo presente na Terra, e que estas levam a \u00e1gua para o interior de Marte, para o seu manto.<\/p>\n<p>Os autores conclu\u00edram que, no in\u00edcio da hist\u00f3ria geol\u00f3gica da Terra, o planeta contava com uma crosta relativamente din\u00e2mica e gradientes geot\u00e9rmicos (a taxa de varia\u00e7\u00e3o da temperatura do interior com a profundidade medida a partir da superf\u00edcie do planeta) mais fortes que Marte.<\/p>\n<p>Segundo os especialistas, isso impedia que a \u00e1gua ficasse enterrada no manto superior na Terra e continuasse pr\u00f3xima da superf\u00edcie, favorecendo assim o desenvolvimento da vida. EFE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Londres, 20 dez (EFE).- Um estudo apresentado nesta quarta-feira pela revista Nature sugere que as rochas de basalto da superf\u00edcie de Marte podem armazenar mais \u00e1gua que as da Terra e que isto poderia explicar a aus\u00eancia deste elemento da camada superior do planeta vermelho. A pesquisa, feita pelo especialista Jon Wade, da Universidade de &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6999,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7647"}],"collection":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7647"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7647\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7648,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7647\/revisions\/7648"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6999"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7647"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7647"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7647"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}