{"id":7236,"date":"2017-12-28T13:01:56","date_gmt":"2017-12-28T13:01:56","guid":{"rendered":"http:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=7236"},"modified":"2017-12-28T13:01:56","modified_gmt":"2017-12-28T13:01:56","slug":"extremistas-matam-45-militares-e-civis-no-iraque-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/extremistas-matam-45-militares-e-civis-no-iraque-2\/","title":{"rendered":"Extremistas matam 45 militares e civis no Iraque"},"content":{"rendered":"<p>Dois meses depois de anunciar a reconquista do reduto extremista de Hawija, no norte do Iraque, as for\u00e7as iraquianas continuam registrando baixas &#8211; civis e militares &#8211; em confrontos com insurgentes escondidos em \u00e1reas montanhosas.<\/p>\n<p>No in\u00edcio de outubro, as tropas governamentais expulsaram os jihadistas do grupo Estado Isl\u00e2mico (EI) de seu \u00faltimo reduto urbano no Iraque, Hawija, cerca de 300 km ao norte de Bagd\u00e1.<\/p>\n<p>Mas, desde essa data, pelo menos 45 membros das for\u00e7as de seguran\u00e7a e civis foram mortos em ataques cometidos pelo EI, assegurou \u00e0 AFP um policial da prov\u00edncia de Kirkuk, onde Hawija est\u00e1 localizada.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o ex\u00e9rcito, a pol\u00edcia e as unidades paramilitares Hash al-Shabi mataram 288 jihadistas e prenderam 55.<\/p>\n<p>Para Sarmad al Bayati, um especialista militar iraquiano, a presen\u00e7a de jihadistas continua a representar uma amea\u00e7a real para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Escondidos durante o dia, eles t\u00eam controle total de algumas \u00e1reas durante a noite.<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de 3.000 membros das for\u00e7as de seguran\u00e7a em uma \u00e1rea de 18.000 km2, observa o especialista iraquiano em movimentos jihadistas, Hisham al-Hashemi. Um n\u00famero que n\u00e3o lhes permite garantir o controle total desse territ\u00f3rio, maior que o Kuwait, acrescenta esse especialista.<\/p>\n<p>Bayati afirmou \u00e0 AFP que eles continuam perpetrando ataques e sequestros e que, por esse motivo, muitas pessoas deslocadas se recusam a retornar para suas casas.<\/p>\n<p>O oficial da pol\u00edcia, que pediu anonimato, explicou por sua vez que a opera\u00e7\u00e3o de liberta\u00e7\u00e3o de Hawija estava concentrada na cidade e nas estradas principais.<\/p>\n<p>Frente ao avan\u00e7o dos tanques blindados e das tropas, uma parte dos jihadistas se rendeu e outros foram para as montanhas Hamrin, seus vales, t\u00faneis, \u00e1reas florestais e outros esconderijos naturais, continuou o oficial.<\/p>\n<p>Nessas \u00e1reas, segundo um general, esses combatentes locais n\u00e3o t\u00eam escolha sen\u00e3o fugir para a morte.<\/p>\n<p>Esses jihadistas, no entanto, mant\u00eam uma capacidade local de ass\u00e9dio, diz, e amea\u00e7am os moradores que t\u00eam parentes nas for\u00e7as de seguran\u00e7a ou que d\u00e3o informa\u00e7\u00f5es \u00e0s tropas. J\u00e1 mataram v\u00e1rios.<\/p>\n<p>Na segunda-feira, o general Ali Omran, comandante das opera\u00e7\u00f5es na prov\u00edncia de Kirkuk, indicou que sete combatentes do EI morreram ap\u00f3s ataques que deixaram seis mortos nas fileiras dos Hashd al-Shabi, incluindo um comandante e seu filho.<\/p>\n<p>No dia anterior, um oficial informou \u00e0 AFP que um chefe tribal, que lidera um grupo de combatentes, bem como sua esposa, foram mortos em um posto de controle jihadista na estrada entre Kirkuk e Hawija.<\/p>\n<p>Em 9 de dezembro, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, proclamou o fim da guerra que come\u00e7ou em 2014 para eliminar o EI do pa\u00eds, um an\u00fancio de vit\u00f3ria prematura de acordo com especialistas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dois meses depois de anunciar a reconquista do reduto extremista de Hawija, no norte do Iraque, as for\u00e7as iraquianas continuam registrando baixas &#8211; civis e militares &#8211; em confrontos com insurgentes escondidos em \u00e1reas montanhosas. 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