{"id":65905,"date":"2022-02-26T17:21:01","date_gmt":"2022-02-26T17:21:01","guid":{"rendered":"http:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=65905"},"modified":"2022-02-26T17:21:01","modified_gmt":"2022-02-26T17:21:01","slug":"policiais-militares-sao-presos-por-morte-de-quatro-pessoas-em-zona-rural-de-cavalcante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/policiais-militares-sao-presos-por-morte-de-quatro-pessoas-em-zona-rural-de-cavalcante\/","title":{"rendered":"Policiais militares s\u00e3o presos por morte de quatro pessoas em zona rural de Cavalcante"},"content":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a determinou a pris\u00e3o preventiva de sete policiais militares pela mortes de quatros pessoas em uma fazenda que continha uma planta\u00e7\u00e3o de maconha. A decis\u00e3o atende pedido do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Goi\u00e1s (MP-GO).<\/p>\n<p>O caso, que aconteceu em 20 de janeiro, ganhou popularidade nas redes sociais ap\u00f3s moradores e amigos das v\u00edtimas relatarem que os quatro mortos n\u00e3o tinha comportamento violento e eram bastante queridos na regi\u00e3o. Al\u00e9m disso, destacaram que eram pessoas humildes, que realizavam servi\u00e7os de jardinagem e limpeza de lotes na regi\u00e3o, para sobreviverem. As v\u00edtimas n\u00e3o possu\u00edam antecedentes criminais.<\/p>\n<p>Os presos s\u00e3o: sargento Aguimar Prado de Morais, sargento Mivaldo Jos\u00e9 Toledo, cabo Jean Roberto Carneiro dos Santos, soldado Welborney Kristiano Lopes dos Santos, cabo Lu\u00eds C\u00e9sar Mascarenhas Rodrigues, soldado Eust\u00e1quio Henrique do Nascimento e soldado \u00cdtallo Vin\u00edcius Rodrigues de Almeida. Todos s\u00e3o lotados no 14\u00ba Batalh\u00e3o da Pol\u00edcia Militar do Estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o acusados das mortes de Alan Pereira Soares, Ozanir Batista da Silva, Ant\u00f4nio Fernandes da Cunha e Salviano Souza Concei\u00e7\u00e3o, ocorridas, conforme vers\u00e3o dos policiais, sob a suspeita de tr\u00e1fico de drogas.<\/p>\n<p>O inqu\u00e9rito policial est\u00e1 em fase final de conclus\u00e3o pela Delegacia de Investiga\u00e7\u00e3o de Homic\u00eddios, em Goi\u00e2nia. Os acusados declararam ter encontrado grande quantidade de p\u00e9s de maconha e que as sete pessoas que l\u00e1 estavam n\u00e3o obedeceram aos comandos de rendi\u00e7\u00e3o e efetuaram disparos de arma de fogo. Os policiais alegaram terem revidado, o que provocou a morte de quatro pessoas, enquanto outras tr\u00eas conseguiram fugir.<\/p>\n<p>Seguno o inqu\u00e9rito policial, 58 disparos foram efetuados pelos PM\u2019s. J\u00e1 a per\u00edcia da Superintend\u00eancia de Pol\u00edcia T\u00e9cnico-Cient\u00edfica encontrou 5 estojos de muni\u00e7\u00e3o no local. Na \u00e1rea, de 4 metros quadrados, foram achadas 11 esp\u00e9cies de plantas, em que quatro eram maconha.<\/p>\n<p>Mais de 130 entidades da sociedade civil organizada, movimentos sociais, de defesa de direitos e da legalidade de Goi\u00e1s e do pa\u00eds assinaram nota de rep\u00fadio contra a opera\u00e7\u00e3o. Familiares tamb\u00e9m realizaram passeata exigindo a apura\u00e7\u00e3o do caso.<\/p>\n<div class=\"td-a-ad id_bottom_ad \"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Justi\u00e7a determinou a pris\u00e3o preventiva de sete policiais militares pela mortes de quatros pessoas em uma fazenda que continha uma planta\u00e7\u00e3o de maconha. A decis\u00e3o atende pedido do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Goi\u00e1s (MP-GO). 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