{"id":47891,"date":"2019-05-17T14:12:31","date_gmt":"2019-05-17T14:12:31","guid":{"rendered":"http:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=47891"},"modified":"2019-05-17T14:18:35","modified_gmt":"2019-05-17T14:18:35","slug":"opiniao-anapolis-vander-lucio-comenta-crise-na-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/opiniao-anapolis-vander-lucio-comenta-crise-na-saude\/","title":{"rendered":"Opini\u00e3o An\u00e1polis: Vander L\u00facio Comenta crise na Sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\">N\u00e3o temos, ainda, no Brasil, um modelo de pol\u00edtica da sa\u00fade p\u00fablica que contemple as necessidades b\u00e1sicas, as demandas mais prementes da popula\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o \u00e9 de agora. Mas, s\u00f3 que, agora, ao que consta, ultrapassam-se os limites da toler\u00e2ncia. Sabe-se que os governos gastam muito, mas, gastam mal, com a sa\u00fade p\u00fablica neste Pa\u00eds. E, parece que, com o correr do tempo, a situa\u00e7\u00e3o tem ficado pior. Tomemos o exemplo de An\u00e1polis (em que pese esfor\u00e7os e mais esfor\u00e7os do prefeito Roberto \u2013 caso mais recente o da Santa Casa de Miseric\u00f3rdia \u2013 para dar \u00e0 comunidade um m\u00ednimo de tranquilidade quando se trata da nossa sa\u00fade).<\/p>\n<div class=\"jnews_inline_related_post_wrapper left\" style=\"text-align: left;\">\n<div class=\"jnews_inline_related_post\">\n<div class=\"jeg_postblock_28 jeg_postblock jeg_module_hook jeg_pagination_disable jeg_col_2o3 jnews_module_65905_0_5cdec05306126 \" data-unique=\"jnews_module_65905_0_5cdec05306126\">\n<div class=\"jeg_block_container\">\n<div class=\"jeg_posts \">\n<div class=\"jeg_postsmall jeg_load_more_flag\">\n<article class=\"jeg_post jeg_pl_xs_4 post-65181 post type-post status-publish format-standard hentry category-opiniao tag-819 numero-820\">\n<div class=\"jeg_postblock_content\">An\u00e1polis uma cidade polo, capital econ\u00f4mica do Estado, geradora do segundo maior produto interno bruto de Goi\u00e1s, sede de uma universidade estadual, com um parque industrial invej\u00e1vel, dentre outras vantagens sobre os demais munic\u00edpios da regi\u00e3o. Com todos esses avan\u00e7os, a popula\u00e7\u00e3o, ainda, sofre com a falta de uma assist\u00eancia de melhor qualidade. Reclama-se que o Munic\u00edpio sofre a carga de seus circunvizinhos, que enviam doentes para c\u00e1. \u00c9 verdade, mesmo. Mas, n\u00e3o se reclama dos moradores das cidades pr\u00f3ximas que para c\u00e1 v\u00eam comprar no com\u00e9rcio, na ind\u00fastria, estudar nas escolas particulares de interagir econ\u00f4mica e financeiramente com An\u00e1polis e, aqui, deixam milh\u00f5es e milh\u00f5es de reais. Ent\u00e3o, seria elas por elas.<\/div>\n<div class=\"jeg_postblock_content\"><\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">Quanto ao mais, o que poderia estar faltando \u00e9 a chamada prioridade, sendo a n\u00famero um, com certeza, a sa\u00fade dos cidad\u00e3os. Nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, seis hospitais fecharam suas portas em An\u00e1polis. Independentemente do motivo, isto, de fato, sobrecarregou a rede p\u00fablica. \u00c9 verdade, tamb\u00e9m, que foram abertos dois novos estabelecimentos do g\u00eanero e h\u00e1 a proposta de, pelo menos, mais dois. S\u00f3 que, hospitais particulares. O que o povo precisa, mesmo, \u00e9 de portas abertas para o atendimento macro, pacientes de baixa renda, trabalhadores assalariados, gente que n\u00e3o pode pagar plano de sa\u00fade, muito menos, consulta particular.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Por: Jornalista Vander L\u00facio<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o temos, ainda, no Brasil, um modelo de pol\u00edtica da sa\u00fade p\u00fablica que contemple as necessidades b\u00e1sicas, as demandas mais prementes da popula\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o \u00e9 de agora. Mas, s\u00f3 que, agora, ao que consta, ultrapassam-se os limites da toler\u00e2ncia. 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