{"id":43691,"date":"2019-01-11T16:13:49","date_gmt":"2019-01-11T16:13:49","guid":{"rendered":"http:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=43691"},"modified":"2019-01-11T16:13:49","modified_gmt":"2019-01-11T16:13:49","slug":"inflacao-oficial-fecha-2018-em-375","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/inflacao-oficial-fecha-2018-em-375\/","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o oficial fecha 2018 em 3,75%"},"content":{"rendered":"<p>A infla\u00e7\u00e3o oficial, medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2018 em 3,75%. Em 2017, ela havia ficado em 2,95%.<\/p>\n<p>Os dados foram divulgados hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). A infla\u00e7\u00e3o ficou dentro da meta estabelecida pelo Banco Central para 2018, que varia de 3% a 6%.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\/EBC\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/jP4pGdUmbR3iIL0myBpBog98HEQ=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/compras_no_comercio.jpg?itok=zdf1uHmi\" alt=\"compras_no_comercio.jpg\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Infla\u00e7\u00e3o baixa beneficia consumidores. Taxa de 2018 \u00e9 de 3,75% \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<strong>(<\/strong><strong>Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil\/EBC)<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Em dezembro, o IPCA registrou infla\u00e7\u00e3o de 0,15%, taxa maior que a de novembro, que teve defla\u00e7\u00e3o de 0,21%.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2017, o indicador havia registrado infla\u00e7\u00e3o de 0,44%.<\/p>\n<h2>Com alta de 4,04%, alimentos puxam infla\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>O principal respons\u00e1vel pela infla\u00e7\u00e3o de 3,75% em 2018 foi o aumento do custo com alimentos, que tiveram alta de pre\u00e7os de 4,04% no ano passado. Em 2017, o grupo alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas registrou queda de pre\u00e7os de 1,87%.<\/p>\n<p>O resultado foi impactado pela greve dos caminhoneiros em maio, o que provocou desabastecimento de itens aliment\u00edcios e aumento de pre\u00e7os desses produtos.<\/p>\n<p>\u201cEssa paralisa\u00e7\u00e3o [dos caminhoneiros] ocorreu no fim de maio, ent\u00e3o ela teve um impacto pontual, em junho, nos combust\u00edveis e tamb\u00e9m nos alimentos, por causa do desabastecimento. [Se n\u00e3o houvesse a greve], provavelmente isso acarretaria num n\u00edvel menor da infla\u00e7\u00e3o no acumulado do ano\u201d, disse o pesquisador do IBGE Fernando Gon\u00e7alves.<\/p>\n<p>Os alimentos consumidos em casa ficaram 4,53% mais caros no ano, enquanto os pre\u00e7os dos alimentos consumidos fora de casa (em bares e restaurantes, por exemplo) subiram 3,17%.<\/p>\n<p>Os produtos aliment\u00edcios que tiveram maior impacto na infla\u00e7\u00e3o de 2018 foram o tomate (71,76% mais caros), frutas (14,1%), refei\u00e7\u00e3o fora de casa (2,38%), lanche fora (4,35%), leite longa vida (8,43%) e p\u00e3o franc\u00eas (6,46%).<\/p>\n<h2>Outras despesas<\/h2>\n<p>Outros grupos de despesas que tiveram impacto importante na infla\u00e7\u00e3o do ano passado foram habita\u00e7\u00e3o (4,72%) e transportes (4,19%).<\/p>\n<p>Entre os itens de transporte que ficaram mais caros est\u00e3o passagem a\u00e9rea (16,92%), gasolina (7,24%) e \u00f4nibus urbano (6,32%).<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os gastos com habita\u00e7\u00e3o, o principal impacto no aumento do custo de vida veio da energia el\u00e9trica (8,7%).<\/p>\n<p>Entre os nove grupos de despesa pesquisados, apenas comunica\u00e7\u00e3o teve defla\u00e7\u00e3o (-0,09%). Os demais grupos tiveram os seguintes \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o: artigos de resid\u00eancia (3,74%), sa\u00fade e cuidados pessoais (3,95%), educa\u00e7\u00e3o (5,32%), despesas pessoais (2,98%) e vestu\u00e1rio (0,61%).<\/p>\n<h2>Dezembro<\/h2>\n<p>Em dezembro, o IPCA registrou taxa de infla\u00e7\u00e3o de 0,15%. No m\u00eas, os alimentos tamb\u00e9m foram os principais respons\u00e1veis pela alta de pre\u00e7os, com uma infla\u00e7\u00e3o de 0,44%.<\/p>\n<p>Os transportes e os gastos com habita\u00e7\u00e3o, por outro lado, evitaram uma alta maior do IPCA no m\u00eas, ao acusarem defla\u00e7\u00e3o de 0,54% e 0,15%, respectivamente.<\/p>\n<h2>Capitais<\/h2>\n<p>Entre as regi\u00f5es metropolitanas e capitais pesquisadas pelo IBGE, Porto Alegre foi a que acumulou maior\u00a0 infla\u00e7\u00e3o em 2018 (4,62%), seguida por Rio de Janeiro (4,3%), Vit\u00f3ria (4,19%) Salvador (4,04%) e Belo Horizonte (4%), todas acima da m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p>As menores taxas de infla\u00e7\u00e3o foram observadas em Aracaju (2,64%), S\u00e3o Lu\u00eds (2,65%), Recife (2,84%), Fortaleza (2,9%) e Campo Grande (2,98%).<\/p>\n<p>*<em>Mat\u00e9ria alterada \u00e0s 9h56 para acr\u00e9scimo de informa\u00e7\u00f5es<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A infla\u00e7\u00e3o oficial, medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2018 em 3,75%. 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