{"id":42726,"date":"2018-12-04T20:32:32","date_gmt":"2018-12-04T20:32:32","guid":{"rendered":"http:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=42726"},"modified":"2018-12-04T20:32:32","modified_gmt":"2018-12-04T20:32:32","slug":"empresarios-desejam-que-novo-governo-conclua-acordo-com-eua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/empresarios-desejam-que-novo-governo-conclua-acordo-com-eua\/","title":{"rendered":"Empres\u00e1rios desejam que novo governo conclua acordo com EUA"},"content":{"rendered":"<p>Representantes do empresariado brasileiro e norte-americano esperam que o futuro governo do Brasil conclua o acordo de reconhecimento m\u00fatuo entre os programas brasileiro e americano de Operador Econ\u00f4mico Autorizado (OEA). O tema foi tratado na reuni\u00e3o plen\u00e1ria do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Cebeu), hoje (4), em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) divulgou um estudo que mostra que a ado\u00e7\u00e3o do programa pode adicionar US$ 50,2 bilh\u00f5es ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro at\u00e9 2030.<\/p>\n<p>O programa OEA foi criado em 2014 e prev\u00ea que importadores, exportadores, transportadores e agentes de carga sejam certificados nos dois pa\u00edses para ter prioridade e dar agilidade na libera\u00e7\u00e3o de suas opera\u00e7\u00f5es e cargas nas aduanas. Os agentes do com\u00e9rcio devem cumprir v\u00e1rios requisitos.<\/p>\n<p>Segundo o estudo da CNI, os atrasos decorrentes da burocracia aduaneira aumentam, em m\u00e9dia, cerca de 13% os custos de exporta\u00e7\u00e3o e em 14% os de importa\u00e7\u00e3o no Brasil. Al\u00e9m de reduzir o tempo e os custos nos processos de exporta\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o, os empres\u00e1rios sugerem que o acordo pode evitar a dupla tributa\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses.<\/p>\n<p>A CNI argumenta que a conclus\u00e3o do acordo \u00e9 uma prioridade para a ind\u00fastria e trar\u00e1 mais celeridade \u00e0s opera\u00e7\u00f5es comerciais no exterior, al\u00e9m de facilitar os investimentos e aumentar a competitividade das multinacionais nos dois pa\u00edses.<\/p>\n<h2>Mercado priorit\u00e1rio<\/h2>\n<p>Em pesquisa da CNI feita em parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), 23% das 589 empresas exportadoras ouvidas consideram os Estados Unidos como o pa\u00eds mais atrativo para estabelecer rela\u00e7\u00f5es comerciais. Em seguida, aparecem M\u00e9xico (8,4%), China (6%) e Col\u00f4mbia (3%), como os pa\u00edses que mais atraem o empresariado brasileiro. Entre os blocos, a Uni\u00e3o Europeia \u00e9 mais citada pelas empresas.<\/p>\n<p>Para a maioria dos empres\u00e1rios brasileiros que participaram do estudo, o mercado norte-americano deve ser priorit\u00e1rio para a busca de acordos comerciais. As exportadoras brasileiras tamb\u00e9m pretendem ter os Estados Unidos como principal parceiro comercial ou ampliar sua participa\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio americano. Em seguida, o interesse dos empres\u00e1rios \u00e9 por pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, como Argentina, Col\u00f4mbia, Chile, Paraguai e Peru.<\/p>\n<div class=\"edicao\">Edi\u00e7\u00e3o:\u00a0<span class=\"txtEconomia\">Fernando Fraga<\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representantes do empresariado brasileiro e norte-americano esperam que o futuro governo do Brasil conclua o acordo de reconhecimento m\u00fatuo entre os programas brasileiro e americano de Operador Econ\u00f4mico Autorizado (OEA). 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