{"id":38809,"date":"2018-07-11T16:19:02","date_gmt":"2018-07-11T16:19:02","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=38809"},"modified":"2018-07-11T16:19:02","modified_gmt":"2018-07-11T16:19:02","slug":"brasil-e-bolivia-combinam-tratado-para-integracao-eletrica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/brasil-e-bolivia-combinam-tratado-para-integracao-eletrica\/","title":{"rendered":"Brasil e Bol\u00edvia combinam tratado para integra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica"},"content":{"rendered":"<p>Os governos do Brasil e da Bol\u00edvia negociam alternativas de aproveitamento do potencial hidrel\u00e9trico ao menor custo, com menos impactos socioambientais e mais efeitos socioecon\u00f4micos positivos, de tal forma que a energia gerada possa ser destinada ao territ\u00f3rio brasileiro. Os acordos ainda est\u00e3o em fase de negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Inicialmente, a disposi\u00e7\u00e3o \u00e9 para definir um tratado binacional, com bases legais e seguran\u00e7a jur\u00eddica, para uma integra\u00e7\u00e3o el\u00e9trica de grande porte entre o Brasil e a Bol\u00edvia. A expectativa \u00e9 fechar os termos de coopera\u00e7\u00e3o at\u00e9 mar\u00e7o de 2019.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/X2URnrbanU3JUPBWIoTJm61scjY=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/rio_madeira.jpg?itok=pqMbgza9\" alt=\"Rio Madeira\" \/><\/p>\n<p>Na primeira etapa da discuss\u00e3o foram debatidos os estudos hidrel\u00e9tricos do Rio Madeira (Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 5, t\u00e9cnicos brasileiros e bolivianos se reuniram, em Santa Cruz de la Sierra (Bol\u00edvia), no Comit\u00ea T\u00e9cnico Bilateral Brasil-Bol\u00edvia em mat\u00e9ria energ\u00e9tica (CTB). O vice-ministro de Eletricidade da Bol\u00edvia, Bismark Canelas, e Moacir Bertol, do Minist\u00e9rio de Minas e Energia, coordenaram os trabalhos.<\/p>\n<p>Para a pr\u00f3xima reuni\u00e3o, prevista para 2019, brasileiros e bolivianos dever\u00e3o levar estudos mais aprofundadas de normas legais e infralegais que devem ser criadas ou adaptadas para viabilizar as propostas.<\/p>\n<h2>Etapas<\/h2>\n<p>Na reuni\u00e3o da semana passada, as atividades foram desenvolvidas em tr\u00eas etapas. Na primeira, foram debatidos os estudos hidrel\u00e9tricos do Rio Madeira e dos principais rios localizados em territ\u00f3rio boliviano e brasileiro.<\/p>\n<p>J\u00e1 na segunda etapa, houve os estudos preliminares sobre a poss\u00edvel opera\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica Jirau em cota constante de aproximadamente 90 metros sobre o n\u00edvel do mar para que opere com essa quantidade tanto no per\u00edodo de cheia, quanto no per\u00edodo de seca.<\/p>\n<p>Na \u00faltima etapa, foram debatidos o impacto no territ\u00f3rio boliviano e os rendimentos da usina binacional, al\u00e9m da interconex\u00e3o energ\u00e9tica por meio de gera\u00e7\u00e3o termel\u00e9trica em curto, m\u00e9dio e longo prazos entre os pa\u00edses, viabilizando uma oferta potencial superior a 14 GW.<\/p>\n<h2>Parceria<\/h2>\n<p>Os grupos de trabalho de brasileiros e bolivianos estudam as condi\u00e7\u00f5es para o interc\u00e2mbio de eletricidade h\u00e1 tr\u00eas anos, por meio do comit\u00ea que faz an\u00e1lises t\u00e9cnicas e legais, para buscar possibilidades do fornecimento de energia el\u00e9trica em longo prazo com car\u00e1ter ininterromp\u00edvel a partir da Bol\u00edvia.<\/p>\n<p>Os temas tratados consideraram os aspectos de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural na Bol\u00edvia, informa\u00e7\u00f5es gerais sobre o contrato de suprimento firmado entre a Petrobras e a Yacimientos Petrol\u00edferos Fiscales Bolivianos (YPFB), que acaba no final de 2019, e a possibilidade de renova\u00e7\u00e3o do acordo.<\/p>\n<div class=\"edicao\">Edi\u00e7\u00e3o:\u00a0<span class=\"txtEconomia\">Fernando Fraga<\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os governos do Brasil e da Bol\u00edvia negociam alternativas de aproveitamento do potencial hidrel\u00e9trico ao menor custo, com menos impactos socioambientais e mais efeitos socioecon\u00f4micos positivos, de tal forma que a energia gerada possa ser destinada ao territ\u00f3rio brasileiro. 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