{"id":34442,"date":"2018-04-03T16:32:58","date_gmt":"2018-04-03T16:32:58","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=34442"},"modified":"2018-04-03T16:32:58","modified_gmt":"2018-04-03T16:32:58","slug":"mercado-de-trabalho-para-as-mulheres-volta-a-ficar-positivo-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/mercado-de-trabalho-para-as-mulheres-volta-a-ficar-positivo-em-minas-gerais\/","title":{"rendered":"Mercado de trabalho para as mulheres volta a ficar positivo em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s amargar dois anos consecutivos de desempenho negativo na gera\u00e7\u00e3o de vagas de emprego, o mercado de trabalho para as mulheres no estado voltou a registrar, no ano passado, um saldo positivo (contrata\u00e7\u00f5es menos desligamentos), com a gera\u00e7\u00e3o de 176 postos de trabalho.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da crise econ\u00f4mica brasileira, em 2014, o saldo de empregos para o p\u00fablico feminino chegou a ficar em 18.366, caindo acentuadamente em 2015 (-62.858) e 2016 (-43.699).<\/p>\n<p>Entre o p\u00fablico masculino, o saldo de vagas come\u00e7ou a registrar queda j\u00e1 a partir de 2014 (-25.882), aumentando em 2015 para -140.688. Em 2016, houve um ligeiro arrefecimento (-80.068), voltando a ficar positivo no ano passado, com a cria\u00e7\u00e3o de 15.262 postos de trabalho.<\/p>\n<p>Em 2017, considerando os setores de atividade econ\u00f4mica do IBGE, os resultados foram melhores para as mulheres que para os homens nos Servi\u00e7os de Utilidade P\u00fablica e na Constru\u00e7\u00e3o Civil (todavia, nos dois setores, o n\u00famero de desligamentos foi maior que o de admiss\u00f5es para os dois sexos).<\/p>\n<p>No entanto, a maior gera\u00e7\u00e3o de empregos para o p\u00fablico feminino em 2017 ocorreu nos setores de Servi\u00e7os (2.517), seguida pela Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica (449) e Extrativa Mineral (66).<\/p>\n<p>Da mesma forma, para os homens, o setor de Servi\u00e7os gerou no ano passado o maior volume de postos de trabalho (8.490), seguido pelo Com\u00e9rcio (4.911), Ind\u00fastria de Transforma\u00e7\u00e3o (3.812) e Agropecu\u00e1ria (3.212).<\/p>\n<p>Sal\u00e1rios<\/p>\n<p>Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), analisados pela Assessoria de Gest\u00e3o do Observat\u00f3rio do Trabalho da Sedese, mostram que a diferen\u00e7a de sal\u00e1rio entre homens e mulheres tem sido reduzida em Minas Gerais.<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia, em 2012 a m\u00e9dia salarial dos homens era de R$ 1.008,40, enquanto a do p\u00fablico feminino de R$ 813,76, uma diferen\u00e7a absoluta de R$ 194,64 ou 19,3% (diferen\u00e7a relativa).<\/p>\n<p>J\u00e1 em 2017, a m\u00e9dia salarial dos homens pulou para R$ 1.477,01 e a das mulheres para R$ 1.233,46. Dessa forma, a diferen\u00e7a absoluta entre o sal\u00e1rio de homens e mulheres caiu em Minas para 16,5% (diferen\u00e7a relativa).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s amargar dois anos consecutivos de desempenho negativo na gera\u00e7\u00e3o de vagas de emprego, o mercado de trabalho para as mulheres no estado voltou a registrar, no ano passado, um saldo positivo (contrata\u00e7\u00f5es menos desligamentos), com a gera\u00e7\u00e3o de 176 postos de trabalho. 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