{"id":33255,"date":"2018-03-31T08:23:37","date_gmt":"2018-03-31T08:23:37","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=33255"},"modified":"2018-03-31T08:23:37","modified_gmt":"2018-03-31T08:23:37","slug":"feira-do-peixe-inicia-vendas-com-expectativa-de-movimentar-r-17-milhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/feira-do-peixe-inicia-vendas-com-expectativa-de-movimentar-r-17-milhao\/","title":{"rendered":"Feira do Peixe inicia vendas com expectativa de movimentar R$ 1,7 milh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Tambaqui, tambacu, matrinch\u00e3, curimat\u00e3, til\u00e1pia, piau, pintado, fil\u00e9 de filhote, surubim, fil\u00e9 de pirarucu, bod\u00f3, tra\u00edra, car\u00e1. Tem peixe para todos os gostos e com pre\u00e7os que variam de R$ 5 a R$ 33 o quilo, tudo para atender a clientela em mais uma edi\u00e7\u00e3o da Feira do Peixe e Agricultura Familiar, promovida pelo governo do Estado, Prefeitura de Rio Branco e Central das Cooperativas e Empreendimentos Solid\u00e1rios (Unisol), iniciada nesta ter\u00e7a-feira, 27.<\/p>\n<p>\u00c0s v\u00e9speras da Sexta feira da Paix\u00e3o, o consumidor acreano tem como op\u00e7\u00e3o de pontos de vendas a Central de Abastecimento de Rio Branco (Ceasa) e os mercados p\u00fablicos do Bosque, Cidade do Povo, Elias Mansour, Esta\u00e7\u00e3o Experimental e Seis de Agosto. E ainda nas peixarias da Avenida Amadeo Barbosa, na regi\u00e3o do Panorama e Conjunto Universit\u00e1rio.<\/p>\n<p>A Prefeitura de Rio Branco estima que sejam recebidos 90 mil visitantes nas feiras e comercializadas aproximadamente 60 toneladas de pescado e 250 toneladas de produtos hortigranjeiros, atingindo uma movimenta\u00e7\u00e3o financeira da ordem de R$ 1,7 milh\u00e3o.<\/p>\n<p>Expectativa de boas vendas<\/p>\n<p>Os peixes ofertados s\u00e3o criados em tanques de piscicultura, a maioria da regi\u00e3o de Bujari. Como os comercializados por Alexandre Lima e Emilene Silva.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o peixes criados em cativeiro, como diz o pessoal aqui da cidade. Compramos de criadores do Bujari e revendemos aqui na Ceasa. Nossa expectativa este ano \u00e9 de comercializar pelo menos seis toneladas no feriado. Essa \u00e9 a m\u00e9dia que vendemos ano passado\u201d, diz Alexandre Lima.<\/p>\n<p>As expectativas do peixeiro Adalcimar Monteiro, que h\u00e1 tr\u00eas anos participa da feira, tamb\u00e9m s\u00e3o de vendas melhores quem em 2017. No freezer de seu box h\u00e1 exemplares de peixes da esp\u00e9cie tambaqui, o mais vendido na feira, que chegam a 13 quilos.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas gostam muito de comprar o tambaqui, e temos peixe sem espinhas, que a cada ano t\u00eam vendido mais\u201d, afirma Monteiro.<\/p>\n<p>C\u00e9lio Ferreira confirma que a prefer\u00eancia da clientela \u00e9 mesmo o tambaqui. Carregando uma sacola com dois peixes, ele revelou que a compra era para ser consumida ainda no almo\u00e7o desta quarta-feira.<\/p>\n<p>\u201cEsses aqui vou assar hoje mesmo. Na Semana Santa volto e compro mais. Gosto demais de comer peixe. Sempre venho aqui comprar. Hoje mesmo j\u00e1 fui ao Bujari, mas a feira de l\u00e1 s\u00f3 come\u00e7a na quarta-feira\u201d, contou o comprador.<\/p>\n<p>C\u00e9lio Ferreira aproveitou a oportunidade para comprar peixes e hortigranjeiros na Ceasa (Foto: Alexandre Noronha\/Secom)<br \/>\nTudo em um s\u00f3 lugar<\/p>\n<p>Al\u00e9m do pescado, C\u00e9lio Ferreira aproveitou a ida a Ceasa para garantir o tempero do peixe adquirindo produtos da agricultura familiar. Cheiro verde e chic\u00f3ria a R$ 0,50 centavos o ma\u00e7o (cada); pimenta de cheiro custando R$ 12 o quilo; coentro a R$ 1,50 o ma\u00e7o e alface para a salada por R$ 2.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 vou levando tudo daqui. Valoriza nossos produtores e facilita para quando chegar em casa e for preparar o almo\u00e7o\u201d, comentou o cliente.<\/p>\n<p>Aos compradores que optarem por adquirir o pescado e j\u00e1 lev\u00e1-lo pronto para consumo, na Ceasa h\u00e1 45 tratadores que descamam e limpam o produto, por um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 3. Esse \u00e9 o servi\u00e7o que Sulemi Miranda presta. \u201cCom certeza na quarta-feira teremos muita gente aqui para tratar peixe. Tem horas que a fila fica grande, fica at\u00e9 imposs\u00edvel dizer quantos quilos tratamos, e fazemos esse trabalho com muito gosto, para atender bem nosso cliente\u201d, revela Sulemi.<\/p>\n<p>E tem camar\u00e3o tamb\u00e9m na Ceasa. A vendedora Geane Anjos est\u00e1 pela primeira vez comercializando o crust\u00e1ceo na feira. Ela disponibiliza o produto em duas op\u00e7\u00f5es: fresco ou seco. \u201cAs pessoas n\u00e3o costumam levar em grandes quantidades. Mas tenho vendido bem porque ele vai como ingrediente em muitas receitas. Espero vender uns 100 quilos durante esses dias\u201d, declarou a vendedora.<\/p>\n<p>A oitava edi\u00e7\u00e3o da Feira do Peixe da Semana Santa se encerra nesta sexta-feira, 30.  A administra\u00e7\u00e3o da Ceasa informa que as vendas durante a feira come\u00e7am \u00e0s 3h30 e seguem at\u00e9 \u00e0s 18 horas. Nos demais pontos, as atividades iniciam \u00e0s 5 horas.<\/p>\n<p>Mais de 40 tratadores de pescado est\u00e3o preparados para atender clientes na Ceasa (Foto: Alexandre Noronha\/Secom)<br \/>\nGoverno parceiro, economia fortalecida<\/p>\n<p>A Secretaria de Extens\u00e3o Agroflorestal e Produ\u00e7\u00e3o Familiar registra crescimento na comercializa\u00e7\u00e3o de peixes desde que o governo do Estado deu in\u00edcio ao programa de incentivo a piscicultura.<\/p>\n<p>Paulo S\u00e9rgio Bra\u00f1a, coordenador do Departamento de Produ\u00e7\u00e3o Familiar da Seaprof, destaca que o governo construiu mais de cinco mil tanques em todo o Estado. \u201cNosso desafio agora \u00e9 investir na tecnologia. Temos recursos na ordem de R$ 10 milh\u00f5es para fazer esses investimentos. Isso ser\u00e1 aplicado na compra de equipamentos, melhorar o manejo e a ra\u00e7\u00e3o, fazer com que a produ\u00e7\u00e3o em l\u00e2mina d\u2019\u00e1gua aumente para alcan\u00e7ar uma produtividade ainda maior\u201d, pontuou o coordenador.<\/p>\n<p>Fernando Melo, secret\u00e1rio adjunto de Agropecu\u00e1ria, ressaltou que a Feira de Peixe e da Agricultura Familiar \u00e9 um dos momentos de celebra\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas do Acre, na qual o trabalhador rural mostra que o Estado produz e tem potencial para atender a popula\u00e7\u00e3o com produtos de qualidade, aquecendo a economia local.<\/p>\n<p>\u201cO ponto mais importante de todas as cadeias \u00e9 a comercializa\u00e7\u00e3o e aqui temos um espa\u00e7o da Ceasa que ano a ano, dia a dia, cresce o movimento com v\u00e1rios produtos. Nesse momento da Semana Santa, que h\u00e1 a tradi\u00e7\u00e3o de comer peixe, vemos a abundancia de peixes que nossos produtores t\u00eam para oferecer a popula\u00e7\u00e3o\u201d, concluiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tambaqui, tambacu, matrinch\u00e3, curimat\u00e3, til\u00e1pia, piau, pintado, fil\u00e9 de filhote, surubim, fil\u00e9 de pirarucu, bod\u00f3, tra\u00edra, car\u00e1. 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