{"id":30187,"date":"2018-03-20T05:19:14","date_gmt":"2018-03-20T05:19:14","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=30187"},"modified":"2018-03-20T05:19:14","modified_gmt":"2018-03-20T05:19:14","slug":"emater-presta-assistencia-tecnica-a-120-escolas-publicas-por-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/emater-presta-assistencia-tecnica-a-120-escolas-publicas-por-ano\/","title":{"rendered":"Emater presta assist\u00eancia t\u00e9cnica a 120 escolas p\u00fablicas por ano"},"content":{"rendered":"<p>O programa Agricultura Urbana, da Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Distrito Federal (Emater-DF), funciona h\u00e1 cerca de dez anos e tem como principal alvo as escolas p\u00fablicas da capital.<br \/>\nO programa Agricultura Urbana, da Emater-DF, funciona h\u00e1 cerca de dez anos e tem como principal alvo as escolas p\u00fablicas da capital. Um dos espa\u00e7os atendidos \u00e9 o Centro de Ensino Especial 2, de Bras\u00edlia, que atualmente funciona como exemplo para outras institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 incentivar a seguran\u00e7a alimentar com a produ\u00e7\u00e3o de org\u00e2nicos em hortas na cidade. S\u00e3o cerca de 120 escolas atendidas anualmente.<\/p>\n<p>A empresa oferece assist\u00eancia t\u00e9cnica para o manejo b\u00e1sico de hortas. A capacita\u00e7\u00e3o, com a visita de t\u00e9cnicos ao local atendido, envolve prepara\u00e7\u00e3o do solo, tipos de irriga\u00e7\u00e3o, aduba\u00e7\u00e3o e controle de pragas, por exemplo.<\/p>\n<p>Por meio do programa, tamb\u00e9m s\u00e3o fornecidos adubos, sementes e ferramentas necess\u00e1rias ao cultivo. S\u00e3o atendidos ainda centros de sa\u00fade, unidades de interna\u00e7\u00e3o socioeducativa e entidades sem fins lucrativos.<\/p>\n<p>Para solicitar assist\u00eancia t\u00e9cnica, \u00e9 preciso protocolar o pedido em um dos escrit\u00f3rios da Emater ou na sede do \u00f3rg\u00e3o, na Asa Norte. O of\u00edcio tamb\u00e9m pode ser enviado por carta, para o CEP 70.770-915. O documento deve conter o endere\u00e7o, o tipo de horta e o p\u00fablico a ser atendido.<\/p>\n<p>    Na agrofloresta, diferentes produ\u00e7\u00f5es nascem juntas, como na natureza, com uma esp\u00e9cie protegendo a outra<\/p>\n<p>O Centro de Ensino Especial 2, na 612 Sul, tem uma das hortas escolares atendidas. Em uma \u00e1rea de aproximadamente 5 hectares, a escola mant\u00e9m canteiros suspensos, viveiro e uma agrofloresta.<\/p>\n<p>Diferentemente do pomar, na agrofloresta as produ\u00e7\u00f5es nascem juntas. \u201c\u00c9 tudo misturado, como a natureza produz, um protegendo o outro\u201d, explica o professor Ant\u00f4nio Francisco da Silva, respons\u00e1vel pela \u00e1rea.<\/p>\n<p>Ele diz que j\u00e1 perdeu as contas de quantos itens cultiva no local, que tem banana, abacaxi, cana, feij\u00e3o e uma variedade de outros alimentos.<\/p>\n<p>Na quarta-feira (14), o col\u00e9gio teve sua primeira Festa do Milho, s\u00f3 com comidas feitas \u00e0 base do cereal, produzido no espa\u00e7o desde o fim do ano passado.<\/p>\n<p>O professor conta que o que \u00e9 colhido na horta serve para a merenda dos alunos. O restante \u00e9 vendido entre os docentes para ajudar a manter o trabalho no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>A \u00e1rea, que mistura brinquedos \u00e0 natureza, ainda serve para desenvolvimento de trabalhos l\u00fadicos dos alunos. \u201cCom certeza isso ajuda no desenvolvimento deles e acalma\u201d, avalia a professora Ana Cristina da Silva.<\/p>\n<p>A horta do Centro de Ensino 2 ainda \u00e9 visitada por alunos de outras escolas da rede, que passam o dia em atividades de educa\u00e7\u00e3o ambiental. Al\u00e9m dos alimentos, Ant\u00f4nio ainda planta flores ornamentais. As sementes s\u00e3o compradas ou colhidas em viagens do professor.<\/p>\n<p>Desde 2016, o lugar tamb\u00e9m serve de exemplo para outras institui\u00e7\u00f5es interessadas em come\u00e7ar trabalho semelhante. Professores e gestores inscritos em um curso do Centro de Aperfei\u00e7oamento dos Profissionais da Educa\u00e7\u00e3o (Eape) v\u00e3o at\u00e9 a horta para conhecer a iniciativa e se inspirar.<\/p>\n<p>Gerson Rodrigues, de 47 anos, da \u00e1rea administrativa do Jardim de Inf\u00e2ncia do 6\u00ba Comar, \u00e9 encantado com o projeto. \u201c\u00c9 muito bonito esse trabalho de unir o sensorial \u00e0 educa\u00e7\u00e3o\u201d, opina. Ele ajuda a implementar uma horta no local onde atua inspirado no formato que conheceu l\u00e1.<\/p>\n<p>Parte da produ\u00e7\u00e3o vai para merenda dos alunos<\/p>\n<p>Na Escola Classe 410 de Samambaia, o que n\u00e3o \u00e9 utilizado na merenda escolar \u00e9 doado para que os alunos levem para casa. O espa\u00e7o tamb\u00e9m recebe o aux\u00edlio t\u00e9cnico da Emater e desde 2010 investe em educa\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>S\u00e3o cultivados itens como alface, cebolinha e coentro. Outros tipos de g\u00eaneros, como feij\u00e3o e mandioca, s\u00e3o plantados em atividades espec\u00edficas de cada disciplina, para ajudar pedagogicamente no ensino de hist\u00f3rias relacionadas aos alimentos.<\/p>\n<p>Neste ano, a escola come\u00e7ar\u00e1 o plantio de mudas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais, como a ora-pro-n\u00f3bis. Rica em ferro, a planta tamb\u00e9m cont\u00e9m fibras e vitamina C.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O programa Agricultura Urbana, da Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Distrito Federal (Emater-DF), funciona h\u00e1 cerca de dez anos e tem como principal alvo as escolas p\u00fablicas da capital. O programa Agricultura Urbana, da Emater-DF, funciona h\u00e1 cerca de dez anos e tem como principal alvo as escolas p\u00fablicas da capital. 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