{"id":29002,"date":"2018-03-18T06:34:41","date_gmt":"2018-03-18T06:34:41","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=29002"},"modified":"2018-03-18T06:34:41","modified_gmt":"2018-03-18T06:34:41","slug":"onu-diz-que-100-000-venezuelanos-pediram-status-de-refugiado-desde-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/onu-diz-que-100-000-venezuelanos-pediram-status-de-refugiado-desde-2017\/","title":{"rendered":"ONU diz que 100.000 venezuelanos pediram status de refugiado desde 2017"},"content":{"rendered":"<p>Cerca de 100.000 venezuelanos que sa\u00edram do pa\u00eds pediram o status de refugiado desde o in\u00edcio de 2017, indicou nesta ter\u00e7a-feira (13) o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (Acnur).<\/p>\n<p>Segundo essa ag\u00eancia da ONU, desde 2014 foram registradas 145.000 solicita\u00e7\u00f5es de asilo de venezuelanos, um ter\u00e7o at\u00e9 2016 e os outros dois ter\u00e7os no ano passado.<\/p>\n<p>A Acnur tamb\u00e9m divulgou, nesta ter\u00e7a-feira, uma s\u00e9rie de recomenda\u00e7\u00f5es para ajudar os pa\u00edses da regi\u00e3o a lidarem com a situa\u00e7\u00e3o, um plano de resposta regional que inclui oito pa\u00edses, explicou a porta-voz da ag\u00eancia Aikatarina Kitidi em uma coletiva de imprensa.<\/p>\n<p>Tendo em conta a situa\u00e7\u00e3o da Venezuela, \u00e9 crucial que as pessoas n\u00e3o sejam deportadas ou for\u00e7adas a voltar, disse Kitidi.<\/p>\n<p>A Venezuela sofre as consequ\u00eancias de uma enorme infla\u00e7\u00e3o e da escassez de alimentos e rem\u00e9dios.<\/p>\n<p>A Acnur pediu aos pa\u00edses da regi\u00e3o que se mostrem solid\u00e1rios com os venezuelanos.<\/p>\n<p>A ag\u00eancia alertou que cada vez mais venezuelanos, particularmente os que vivem no exterior sem prote\u00e7\u00e3o jur\u00eddica, s\u00e3o vulner\u00e1veis a fen\u00f4menos como a explora\u00e7\u00e3o, o tr\u00e1fico de pessoas, a viol\u00eancia, os abusos sexuais, a discrimina\u00e7\u00e3o e a xenofobia.<\/p>\n<p>Segundo o servi\u00e7o de migra\u00e7\u00f5es da Col\u00f4mbia, cerca de 550.000 venezuelanos vivem em territ\u00f3rio colombiano legal ou ilegalmente, um n\u00famero que deveria chegar a um milh\u00e3o ao final deste semestre.<\/p>\n<p>Em fevereiro, a Col\u00f4mbia anunciou novos controles migrat\u00f3rios e de seguran\u00e7a em sua fronteira com a Venezuela, com a implementa\u00e7\u00e3o de 2.120 agentes suplementares.<\/p>\n<p>O Brasil tamb\u00e9m refor\u00e7ou sua presen\u00e7a militar em sua fronteira com a Venezuela e declarou o estado de urg\u00eancia social em Roraima para lidar com os 40.000 venezuelanos que chegaram \u00e0 cidade de Boa Vista.<\/p>\n<p>As autoridades brasileiras anunciaram, ainda, medidas de urg\u00eancia para melhorar a prote\u00e7\u00e3o social, a sa\u00fade e a seguran\u00e7a nas localidades aonde chegaram os migrantes venezuelanos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 100.000 venezuelanos que sa\u00edram do pa\u00eds pediram o status de refugiado desde o in\u00edcio de 2017, indicou nesta ter\u00e7a-feira (13) o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (Acnur). 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