{"id":22333,"date":"2018-02-18T04:09:32","date_gmt":"2018-02-18T04:09:32","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=22333"},"modified":"2018-02-18T04:09:32","modified_gmt":"2018-02-18T04:09:32","slug":"jaqueline-mourao-fica-em-74o-lugar-nos-jogos-olimpicos-de-inverno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/jaqueline-mourao-fica-em-74o-lugar-nos-jogos-olimpicos-de-inverno\/","title":{"rendered":"Jaqueline Mour\u00e3o fica em 74\u00ba lugar nos Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno"},"content":{"rendered":"<p>Primeira brasileira a competir nos Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno de 2018, a mineira Jaqueline Mour\u00e3o concluiu a prova do esqui cross country na 74\u00aa coloca\u00e7\u00e3o, a frente de outros 16 atletas de 15 nacionalidades que disputaram a prova em PyeongChang, na Coreia do Sul.<\/p>\n<p>Aos 42 anos de idade, Jaqueline disputou sua sexta Olimp\u00edada. Com isso, a atleta equiparou-se em n\u00famero de participa\u00e7\u00f5es ol\u00edmpicas \u00e0 jogadora de futebol Formiga; ao mesa-tenista Hugo Hoyama; ao velejador Robert Scheidt; ao cavaleiro Rodrigo Pessoa e ao velejador Torben Grael. Al\u00e9m disso, segundo o Comit\u00ea Ol\u00edmpico Brasileiro (COB), Jaqueline \u00e9 a \u00fanica atleta \u2013 entre homens e mulheres &#8211; a competir em duas edi\u00e7\u00f5es de Jogos Ol\u00edmpicos de Ver\u00e3o e quatro de Inverno.<\/p>\n<p>Jaqueline percorreu os 10 quil\u00f4metros em 30 minutos e 50 segundos, alcan\u00e7ando seu melhor resultado no cross country. A vencedora da prova foi a norueguesa Ragnhild Haga, que concluiu a prova em 25 minutos. A segunda posi\u00e7\u00e3o foi conquistada pela sueca Charlotte Kalla (25min20s8). A norueguesa Marit Bjoergen e a finlandesa Krista Parmakoski terminaram empatadas na terceira coloca\u00e7\u00e3o, com o tempo exato de 25min32s4.<\/p>\n<p>Ao fim da prova, a brasileira comemorou o resultado. \u201cSou, de longe, a melhor latino-americana nessa prova. Bati um monte de pa\u00edses. Nos Jogos Ol\u00edmpicos est\u00e3o apenas as melhores do mundo. Foi uma prova muito dura. Dei o m\u00e1ximo que eu pude, mesmo passando um susto na v\u00e9spera\u201d, afirmou a mineira, que, na v\u00e9spera, passou mal devido a problemas estomacais.<\/p>\n<p>A atleta ainda revelou o desejo de disputar mais uma Olimp\u00edada. \u201cSe o Brasil estiver comigo para me dar for\u00e7a para treinar eu vou para mais uma Olimp\u00edada sim\u201d, disse Jaqueline, minimizando o peso do passar dos anos sobre o rendimento em esportes de resist\u00eancia, como o esqui cross country. \u201cA idade \u00e9 um tabu, mas uma vez que voc\u00ea passa por isso, acaba percebendo que n\u00e3o \u00e9 um problema. O mais importante \u00e9 evoluir na parte t\u00e9cnica. Seguir se desenvolvendo apesar da idade.\u201d<\/p>\n<p>Ao todo, nove atletas brasileiros est\u00e3o disputando os jogos ol\u00edmpicos de PyeongChang: Erick Vianna; Rafael Souza; Odirlei Pessoni; Edson Bindilatti e Edson Martins integram a equipe de bobsled (esp\u00e9cie de corrida de tren\u00f3 sobre o gelo); Isadora Williams (patina\u00e7\u00e3o art\u00edstica); Michel Macedo (esqui alpino); Jaqueline Mour\u00e3o (esqui cross-country) e Victor Santos (esqui cross-country). A carioca Isabel Clark disputaria a prova de snowboard cross, mas, em fun\u00e7\u00e3o de uma contus\u00e3o sofrida durante os treinos desta quarta-feira (14), teve que abandonar os jogos.<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Val\u00e9ria Aguiar<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeira brasileira a competir nos Jogos Ol\u00edmpicos de Inverno de 2018, a mineira Jaqueline Mour\u00e3o concluiu a prova do esqui cross country na 74\u00aa coloca\u00e7\u00e3o, a frente de outros 16 atletas de 15 nacionalidades que disputaram a prova em PyeongChang, na Coreia do Sul. Aos 42 anos de idade, Jaqueline disputou sua sexta Olimp\u00edada. 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