{"id":20807,"date":"2018-02-17T20:59:33","date_gmt":"2018-02-17T20:59:33","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=20807"},"modified":"2018-02-17T20:59:33","modified_gmt":"2018-02-17T20:59:33","slug":"municipio-com-mais-casos-de-febre-amarela-no-rio-tem-nova-morte-pela-doenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/municipio-com-mais-casos-de-febre-amarela-no-rio-tem-nova-morte-pela-doenca\/","title":{"rendered":"Munic\u00edpio com mais casos de febre amarela no Rio tem nova morte pela doen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>O munic\u00edpio de Valen\u00e7a, localizado no sul do estado do Rio, registrou a sua sexta morte por febre amarela desde o in\u00edcio desse ano. A informa\u00e7\u00e3o consta em boletim epidemiol\u00f3gico divulgado hoje (7) pela Secretaria de Sa\u00fade do Rio de Janeiro (SES-RJ). A cidade \u00e9 a que registra o maior n\u00famero de casos e de \u00f3bitos pela doen\u00e7a em todo o estado. Foram 16 pessoas infectadas at\u00e9 o momento.<\/p>\n<p>Valen\u00e7a faz divisa com Minas Gerais, estado que registra o maior n\u00famero de mortes pela enfermidade em todo o Brasil. O segundo munic\u00edpio fluminense que mais preocupa \u00e9 Teres\u00f3polis, na regi\u00e3o serrana, onde houve sete infec\u00e7\u00f5es, quatro das quais evolu\u00edram para \u00f3bito. Em todo o estado do Rio s\u00e3o 50 casos da doen\u00e7a, dos quais 23 resultaram em morte. Os demais munic\u00edpios que tiveram registro de \u00f3bito pela febre amarela s\u00e3o: Nova Friburgo (3), Rio das Flores (2), Sumidouro (2), Cantagalo (2), Miguel Pereira (1), Para\u00edba do Sul (1), Carmo (1) e Angra dos Reis (1).<\/p>\n<p>Al\u00e9m das cidades mencionadas, pessoas foram diagnosticadas com a doen\u00e7a em Petr\u00f3polis, Duas Barras, Vassouras, Paty do Alferes e Maric\u00e1, mas sem mortes.<\/p>\n<p>Transmiss\u00e3o<\/p>\n<p>Causada por um v\u00edrus da fam\u00edlia Flaviviridae, a febre amarela atinge humanos e macacos. No meio rural e silvestre, a doen\u00e7a \u00e9 transmitida pelos mosquitos Haemagogus e Sabethes. Em \u00e1reas urbanas, o vetor \u00e9 o Aedes aegypti, o mesmo da dengue, zika e chikungunya. No entanto, de acordo com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, n\u00e3o h\u00e1 registro de febre amarela urbana no Brasil desde 1942. A principal medida de combate \u00e0 doen\u00e7a \u00e9 a vacina\u00e7\u00e3o, que \u00e9 ofertada gratuitamente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<p>Mais uma vez, a SES-RJ esclareceu \u00e0 popula\u00e7\u00e3o que os macacos n\u00e3o transmitem a febre amarela. De acordo com o \u00f3rg\u00e3o, os animais atuam na verdade como aliados que ajudam a mapear a doen\u00e7a e, na aus\u00eancia deles, os humanos se tornam o alvo priorit\u00e1rio dos mosquitos.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, cinco macacos encontrados mortos no estado tiveram diagn\u00f3stico confirmado para febre amarela. As ocorr\u00eancias se dividem em cinco cidades: Niter\u00f3i, Barra Mansa, Valen\u00e7a, Miguel Pereira e Angra dos Reis. Nesta \u00faltima, um animal foi encontrado em Ilha Grande, que pertence ao munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Augusto Queiroz<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O munic\u00edpio de Valen\u00e7a, localizado no sul do estado do Rio, registrou a sua sexta morte por febre amarela desde o in\u00edcio desse ano. A informa\u00e7\u00e3o consta em boletim epidemiol\u00f3gico divulgado hoje (7) pela Secretaria de Sa\u00fade do Rio de Janeiro (SES-RJ). 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