{"id":20723,"date":"2018-02-17T20:39:49","date_gmt":"2018-02-17T20:39:49","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=20723"},"modified":"2018-02-17T20:39:49","modified_gmt":"2018-02-17T20:39:49","slug":"casos-provaveis-de-dengue-zika-e-chikungunya-disparam-em-uma-semana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/casos-provaveis-de-dengue-zika-e-chikungunya-disparam-em-uma-semana\/","title":{"rendered":"Casos prov\u00e1veis de dengue, zika e chikungunya disparam em uma semana"},"content":{"rendered":"<p>segue fazendo v\u00edtimas no estado e a passos largos. \u00c9 o que diz o boletim epidemiol\u00f3gico da Secretaria de Estado de Sa\u00fade de Minas Gerais (SES\/MG) publicado nesta segunda-feira sobre casos prov\u00e1veis de v\u00edtimas do mosquito. O relat\u00f3rio da \u00faltima semana aponta alta superior a 50% para todas as doen\u00e7as ligadas ao mosquito: dengue, zika e chikungunya.<\/p>\n<p>O n\u00famero de pacientes prov\u00e1veis de dengue cresceu 73% desde o relat\u00f3rio da semana passada, saltando de 2.221 casos para 3.007 \u2013 a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 referente a este ano. O n\u00famero de mortes pela doen\u00e7a tamb\u00e9m cresceu, passando de uma para tr\u00eas. No ano passado, 15 \u00f3bitos por dengue foram confirmados, de acordo com a SES\/MG. Somente na Regi\u00e3o Central, cinco munic\u00edpios tiveram casos: Capim Branco, Curvelo, Ibirit\u00e9, Pedro Leopoldo e Ribeir\u00e3o das Neves.<\/p>\n<p>As outras cidades foram: Arinos (Noroeste), Bocai\u00fava (Norte), Leopoldina (Mata), Medina (Jequitinhonha), Monsenhor Paulo (Sul), Patos de Minas (Alto Parana\u00edba), S\u00e3o Jos\u00e9 do Divino (Rio Doce), Araguari (Tri\u00e2ngulo), Uberaba (Tri\u00e2ngulo) e Uberl\u00e2ndia (Tri\u00e2ngulo). N\u00e3o existe uma faixa et\u00e1ria predominante, e a m\u00e9dia aritm\u00e9tica das idades foi de 58,6 anos, sendo que as v\u00edtimas tinham entre 3 e 93 anos.<\/p>\n<p>J\u00e1 os casos de chikungunya cresceram 67% desde o \u00faltimo balan\u00e7o divulgado. Os n\u00fameros de casos prov\u00e1veis subiram de 496 para 734, sendo que n\u00e3o h\u00e1 \u00f3bito confirmado ou em investiga\u00e7\u00e3o pela doen\u00e7a em 2018. Em 2017, 13 pessoas morreram de chikungunya \u2013 s\u00f3 em Governador Valadares, no Rio Doce, foram 10 \u00f3bitos; os outros foram em Central de Minas, Ipatinga e Te\u00f3filo Otoni. A m\u00e9dia das idades foi de 75,7 anos, e 12 pessoas tinham mais de 65 anos.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros para zika s\u00e3o menores do que os de outras doen\u00e7as provocadas pelo mosquito: alta de 53% em uma semana. Na semana passada, 17 casos foram relatados pela pasta, sendo que nesta segunda-feira o documento continha 32 casos prov\u00e1veis. Dez eram gestantes. A maior incid\u00eancia da doen\u00e7a \u00e9 em Tim\u00f3teo, no Rio Doce, com quatro gestantes. Belo Horizonte e Ub\u00e1, na Zona da Mata, tiveram duas gestantes registradas, cada uma. No ano passado, 748 casos foram registrados. Das 136 gr\u00e1vidas que estavam entre os casos prov\u00e1veis, 74 receberam o diagn\u00f3stico confirmando a doen\u00e7a, que pode provocar malforma\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>segue fazendo v\u00edtimas no estado e a passos largos. \u00c9 o que diz o boletim epidemiol\u00f3gico da Secretaria de Estado de Sa\u00fade de Minas Gerais (SES\/MG) publicado nesta segunda-feira sobre casos prov\u00e1veis de v\u00edtimas do mosquito. 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