{"id":20622,"date":"2018-02-17T20:16:21","date_gmt":"2018-02-17T20:16:21","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=20622"},"modified":"2018-02-17T20:16:21","modified_gmt":"2018-02-17T20:16:21","slug":"planetas-trappist-1-sao-rochosos-e-potencialmente-ricos-em-agua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/planetas-trappist-1-sao-rochosos-e-potencialmente-ricos-em-agua\/","title":{"rendered":"Planetas Trappist-1 s\u00e3o rochosos e potencialmente ricos em \u00e1gua"},"content":{"rendered":"<p>Os sete planetas recentemente descobertos em \u00f3rbita em torno da pequena estrela Trappist-1, localizada em nossa gal\u00e1xia, a 40 anos-luz da Terra, s\u00e3o rochosos, teriam \u00e1gua e, teoricamente, poderiam hospedar a vida, anunciaram nesta segunda-feira (5) os pesquisadores que estudam este sistema distante.<\/p>\n<p>Todos os sinais atualmente em estudo s\u00e3o verdes, declarou Amaury Triaud, um astr\u00f4nomo da Universidade de Birmingham, coautor do estudo.<\/p>\n<p>Por enquanto, nenhum dado nos permite dizer que eles n\u00e3o s\u00e3o habit\u00e1veis\u200b, ressaltou.<\/p>\n<p>Em fevereiro de 2017, uma equipe internacional causou furor ao anunciar a descoberta de um sistema fascinante de sete exoplanetas de tamanhos pr\u00f3ximos ao da Terra em torno de uma estrela an\u00e3, pouco luminosa e fria.<\/p>\n<p>Eles acrescentaram que tr\u00eas desses exoplanetas (Trappist-1 e, f e g) estavam na zona habit\u00e1vel do sistema, ou seja, seriam capazes de abrigar \u00e1gua em estado l\u00edquido em sua superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, os astr\u00f4nomos recolheram mais informa\u00e7\u00f5es sobre a estrela, seus planetas e suas atmosferas.<\/p>\n<p>Em particular, eles conseguiram refinar as medidas de tamanho e massa dos planetas, determinando que os sete planetas eram principalmente rochosos e que alguns poderiam ter at\u00e9 5% de sua massa composta de \u00e1gua. Em termos de compara\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua constitui apenas 0,1% da massa terrestre.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s chances dos planetas de abrigar a vida, n\u00e3o podemos dizer nada nesta fase, porque s\u00e3o muito diferentes do \u00fanico planeta que abriga vida (a Terra), disse Amaury Triaud \u00e0 AFP.<\/p>\n<p>Mas eles t\u00eam caracter\u00edsticas apropriadas e representam at\u00e9 hoje o melhor lugar al\u00e9m do nosso sistema para procurar sinais de habitabilidade e sinais de vida, acrescentou.<\/p>\n<p>Em termos de tamanho, densidade e quantidade de radia\u00e7\u00e3o recebida de sua estrela, o quarto planeta \u00e9 o mais parecido com a Terra. Parece ser o planeta mais rochoso de todos, mesmo que a presen\u00e7a de \u00e1gua n\u00e3o seja exclu\u00edda, indica uma declara\u00e7\u00e3o do CNRS, que participou dos estudos.<\/p>\n<p>Estes trabalhos foram publicados nas revistas Nature Astronomy e Astronomy and Astrophysics.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os sete planetas recentemente descobertos em \u00f3rbita em torno da pequena estrela Trappist-1, localizada em nossa gal\u00e1xia, a 40 anos-luz da Terra, s\u00e3o rochosos, teriam \u00e1gua e, teoricamente, poderiam hospedar a vida, anunciaram nesta segunda-feira (5) os pesquisadores que estudam este sistema distante. Todos os sinais atualmente em estudo s\u00e3o verdes, declarou Amaury Triaud, um &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20622"}],"collection":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20622"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20622\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20623,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20622\/revisions\/20623"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20622"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20622"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20622"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}