{"id":19054,"date":"2018-02-17T14:57:36","date_gmt":"2018-02-17T14:57:36","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=19054"},"modified":"2018-02-17T14:57:36","modified_gmt":"2018-02-17T14:57:36","slug":"entrega-em-casa-se-reinventa-para-conquistar-mais-clientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/entrega-em-casa-se-reinventa-para-conquistar-mais-clientes\/","title":{"rendered":"Entrega em casa se reinventa para conquistar mais clientes"},"content":{"rendered":"<p>Sair de casa para comprar s\u00f3 mesmo se for necess\u00e1rio. Essa \u00e9 a filosofia do gerente de administra\u00e7\u00e3o Vanderson Silva, que se tornou preferencialmente um consumidor a dist\u00e2ncia. Ele conta que \u00e9 um dos adeptos do novo sistema de delivery, via aplicativos. \u201cHoje, praticamente 90% das minhas compras s\u00e3o via aplicativos, de alimentos a roupas. A vantagem \u00e9 a praticidade\u201d diz. Outro benef\u00edcio dessa modalidade \u00e9 ter ferramentas que permitem fazer pesquisas nos apps, segundo Silva.<\/p>\n<p>\u00c9 fato que o servi\u00e7o de delivery j\u00e1 existe h\u00e1 anos. A diferen\u00e7a \u00e9 que, se antigamente, o atendimento era exclusivamente pelo telefone, hoje, com a tecnologia, os mais diversos canais de atendimento s\u00e3o utilizados pelas empresas \u2013 e-mail, WhatsApp, sites e aplicativos \u2013, com o objetivo de ficar mais pr\u00f3ximo do consumidor e, assim, aumentar as vendas. Com aplicativos como o Get Ninjas, depois de poucos cliques um nutricionista pode chegar \u00e0 sua casa. Em outros apps, a pessoa pode escolher um m\u00e9dico comparando curr\u00edculo, valor de consulta e tempo de chegada.<\/p>\n<p>J\u00e1 existe empresa oferecendo consultoria do produto que comercializa por essas plataformas, tudo para facilitar a vida do cliente. O delivery \u00e9 t\u00e3o importante que metade dos restaurantes e das lanchonetes atendidos pelo Sebrae em todo o pa\u00eds oferece o servi\u00e7o, sem terceiriza\u00e7\u00e3o, para dar mais comodidade ao consumidor.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos estabelecimentos que adotam a modalidade h\u00e1 d\u00e9cadas, neg\u00f3cios recentes no formato tradicional est\u00e3o adotando o delivery. \u00c9 o caso da hamburgueria The Taste Burguer, que depois de dois anos de mercado, em Contagem, na regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte, se rendeu \u00e0s entregas via telefone e aplicativo. Esse modelo come\u00e7ou no fim do ano passado.<\/p>\n<p>No segmento de lavanderias, por exemplo, a rede 5\u00e0sec conta com o e-commerce, chamado de \u201cLavanderia Online\u201d. O projeto inclui um novo website, que j\u00e1 est\u00e1 no ar, e um aplicativo para smartphones e tablets, que ser\u00e1 lan\u00e7ado no primeiro trimestre deste ano. \u201cCom isso, passamos a ter uma variedade maior de consumidores, em especial a nova gera\u00e7\u00e3o, que vive mais conectada\u201d, diz o diretor. Assim, os clientes podem contar com a coleta e a entrega de roupas sem precisar ir \u00e0s lojas.<\/p>\n<p>A rede est\u00e1 apostando no crescimento desse tipo de servi\u00e7o, que representa de 35% a 40% do faturamento das lojas, segundo o diretor de franquias, Alex Quezada. Em cinco anos, a perspectiva \u00e9 que a participa\u00e7\u00e3o chegue a 50%. Quando o servi\u00e7o foi lan\u00e7ado no Estado, representava, no m\u00e1ximo, 10% dos neg\u00f3cios, pois era algo pouco conhecido, observa Quezada.<\/p>\n<p>Sa\u00fade. E, se tem um setor experiente, al\u00e9m do de bares e restaurantes, \u00e9 o de sa\u00fade, em que o atendimento domiciliar veio muito antes da tecnologia. H\u00e1 quase 20 anos, a empresa Hospital na Resid\u00eancia, sediada na capital, oferece esses servi\u00e7os. \u201cNo nosso caso, \u00e9 mais que comodidade, \u00e9 necessidade\u201d, observa o diretor Marcelo Baltazar. Ele explica que h\u00e1 possibilidade, para algumas especialidades, de o m\u00e9dico se deslocar at\u00e9 a resid\u00eancia do paciente, al\u00e9m da modalidade home care. \u201cEntre as vantagens da interna\u00e7\u00e3o domiciliar est\u00e3o o contato maior com a fam\u00edlia e a seguran\u00e7a, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 risco de infec\u00e7\u00e3o hospitalar\u201d, diz.<br \/>\nTr\u00e2nsito pior ajuda a aumentar a demanda<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de pessoas com menos tempo livre e tr\u00e2nsito cada vez pior, em especial nas grandes cidades, fez a demanda pelos servi\u00e7os de profissionais em domic\u00edlio aumentar. \u00c9 o caso da fisioterapeuta Isabel Cristina Lara Freitas, que percebeu alta na demanda por esse tipo de servi\u00e7o nos \u00faltimos tr\u00eas anos na capital. \u201cEm torno de 80% de meus atendimentos s\u00e3o nas resid\u00eancias\u201d, afirma. Ela vai at\u00e9 a casa de seus pacientes h\u00e1 dez anos.<\/p>\n<p>Isabel diz que, entre os mais jovens, a procura pelo atendimento em casa tem rela\u00e7\u00e3o com o tr\u00e2nsito ruim. No caso dos pacientes mais idosos, ela ressalta que existe a dificuldade de locomo\u00e7\u00e3o \u2013 muitos n\u00e3o dirigem e ficam dependendo de um parente para acompanh\u00e1-los a uma cl\u00ednica. \u201cExiste a comodidade de ter o servi\u00e7o em casa. Al\u00e9m do tempo, h\u00e1 gastos nos deslocamentos, seja num estacionamento ou no pagamento do transporte, seja um t\u00e1xi ou Uber, por exemplo\u201d, analisa.<\/p>\n<p>Aplicativo. A nutricionista Shellen Pollyanna, que est\u00e1 no Get Ninjas, percebeu a eleva\u00e7\u00e3o da procura pelos seus servi\u00e7os. \u201cComecei a atender em domic\u00edlio em 2014. Na \u00e9poca, esse tipo de atendimento representava de 1% a 2% dos meus pacientes. Hoje, est\u00e1 entre 30% e 40%\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Para ela, as pessoas est\u00e3o mais ocupadas e valorizando, cada vez mais, o tempo. \u201cElas n\u00e3o querem perder tempo no deslocamento, no tr\u00e2nsito cada dia pior, est\u00e3o mais pr\u00e1ticas\u201d, frisa. A nutricionista destaca ainda que outra vantagem para os profissionais que v\u00e3o at\u00e9 os seus clientes \u00e9 que n\u00e3o h\u00e1 faltas nem atrasos.<br \/>\nNo setor de drogaria, servi\u00e7o \u00e9 fundamental para o cliente<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o do delivery cresceu nos \u00faltimos anos na drogaria S\u00e3o Camilo, no bairro Cai\u00e7ara, na regi\u00e3o Noroeste de Belo Horizonte, conforme a propriet\u00e1ria Jacqueline Moreira Freitas. A empresa oferece o servi\u00e7o de entrega h\u00e1 cerca de 18 anos. \u201cQuando a gente come\u00e7ou, as encomendas n\u00e3o chegavam nem a 5% do movimento. Hoje, em torno de 40% das vendas s\u00e3o pelo delivery\u201d, compara.<\/p>\n<p>Para Jaqueline, quem n\u00e3o oferece o servi\u00e7o perde vendas, principalmente para as grandes redes. \u201c\u00c9 uma comodidade, ainda mais para rem\u00e9dio. Muitas vezes, a m\u00e3e est\u00e1 com a crian\u00e7a doente e n\u00e3o tem como sair de casa\u201d, diz.<\/p>\n<p>Eletricidade. E quem est\u00e1 com obra em casa e precisa de algum material el\u00e9trico n\u00e3o precisa sair correndo buscar o produto. O gerente da Loja El\u00e9trica, \u00c9dimo Pires, conta que, para casos urgentes, o pedido pode ser feito pelo telefone. \u201cTemos o delivery h\u00e1 mais 30 anos. S\u00f3 que a gente vai se modernizando para atender mais r\u00e1pido\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sair de casa para comprar s\u00f3 mesmo se for necess\u00e1rio. 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