{"id":18961,"date":"2018-02-17T14:46:51","date_gmt":"2018-02-17T14:46:51","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=18961"},"modified":"2018-02-17T14:46:51","modified_gmt":"2018-02-17T14:46:51","slug":"industria-mineira-em-retomada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/industria-mineira-em-retomada\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria mineira em retomada"},"content":{"rendered":"<p>A sensa\u00e7\u00e3o para a ind\u00fastria mineira \u00e9 que o pior j\u00e1 passou. \u00c9 que depois de dois anos de estagna\u00e7\u00e3o e outros tr\u00eas de queda, o faturamento real do setor voltou a subir em 2017, com alta de 1,3% frente o ano anterior, conforme levantamento divulgado ontem pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). No ano anterior, o recuo foi de 11,6%.<\/p>\n<p>O resultado da ind\u00fastria do Estado foi melhor do que a m\u00e9dia brasileira da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), que registrou recuo de 0,2% no faturamento no ano passado na compara\u00e7\u00e3o com 2016.<\/p>\n<p>Para o presidente do Conselho de Pol\u00edtica Econ\u00f4mica e Industrial da Fiemg, Lincoln Gon\u00e7alves Fernandes, o desempenho do faturamento \u00e9 um sinal inequ\u00edvoco de retomada da ind\u00fastria.<\/p>\n<p>A maioria dos setores pesquisados registrou alta no faturamento no ano passado. Em termos percentuais, os destaques foram dos segmentos de celulose e papel, com alta de 13,6%, al\u00e9m da atividade de coque e derivados de petr\u00f3leo (9,4%) e ve\u00edculos automotores (5,2%). O segmento de metalurgia, que tem peso consider\u00e1vel na ind\u00fastria mineira, teve queda de 3,6%, bem como produtos de metal (-8,4%).<\/p>\n<p>Nas demais compara\u00e7\u00f5es feitas pela entidade, o faturamento teve resultado positivo na m\u00e9dia das ind\u00fastrias do Estado. No \u00faltimo m\u00eas do ano passado foi verificada alta no faturamento de 5,3% frente dezembro de 2016.Em dezembro de 2017 em rela\u00e7\u00e3o a novembro do mesmo ano, a eleva\u00e7\u00e3o foi de 6,2%, ap\u00f3s ajuste sazonal.<\/p>\n<p>As horas trabalhadas na produ\u00e7\u00e3o e o emprego seguem com varia\u00e7\u00e3o negativa em 2017, totalizando quatro anos de queda nessa base de compara\u00e7\u00e3o. \u201cEntretanto, a intensidade da retra\u00e7\u00e3o na gera\u00e7\u00e3o de emprego vem diminuindo\u201d, observa a economista da Fiemg Annelise Fonseca. Em 2017, o emprego no setor teve queda de 4,9%, menor que o recuo de 7,1% verificado em 2016 e tamb\u00e9m em 2015. No caso das horas trabalhadas, o recuo no ano passado foi de 1,6%.<\/p>\n<p>Expectativa. De acordo com a economista, a perspectiva da Fiemg \u00e9 de crescimento de 2% no faturamento e alta de 3,3% na produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria mineira neste ano. A entidade espera que o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado tenha expans\u00e3o de 2,6% em 2018.<\/p>\n<p>Para o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Cal\u00e7ados do Estado de Minas Gerais (Sindical\u00e7ados), J\u00e2nio Gomes, a perspectiva \u00e9 de que os neg\u00f3cios neste ano superem o resultado de 2017.<\/p>\n<p>Na mesma \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, o presidente do Sindicato Intermunicipal das Ind\u00fastrias de Cal\u00e7ados de Nova Serrana (Sindinova), Pedro Gomes da Silva, tamb\u00e9m est\u00e1 otimista com o desempenho da atividade neste ano.<\/p>\n<p>Ele conta que o polo, formado por 12 cidades na regi\u00e3o Centro-Oeste do Estado, vem registrando bons resultados. Em 2017, o faturamento foi de R$ 3,8 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>No ano passado, Nova Serrana se manteve na lideran\u00e7a entre as dez cidades brasileiras com a maior gera\u00e7\u00e3o de empregos. De janeiro a novembro de 2017, criou 3.399 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Minist\u00e9rio do Trabalho. Desse total, 2.870 postos foram criados pela ind\u00fastria.<\/p>\n<p>Venda de ve\u00edculos sobe em janeiro<\/p>\n<p>O mercado de ve\u00edculos novos no Brasil come\u00e7ou 2018 em crescimento. Foram 181,2 mil unidades vendidas em janeiro, 23,14% a mais do que igual m\u00eas do ano passado, segundo dados divulgados ontem pela Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Distribui\u00e7\u00e3o de Ve\u00edculos Automotores (Fenabrave), que considera autom\u00f3veis, comerciais leves, caminh\u00f5es e \u00f4nibus. O aumento, no entanto, s\u00f3 foi expressivo porque o n\u00famero de unidades vendidas em janeiro de 2017 foi o menor para o m\u00eas desde 2006.<\/p>\n<p>Entre os segmentos, a venda dos ve\u00edculos leves foi de 175,5 mil unidades, alta de 22,3% na compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2017 e queda de 14,3% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro.<\/p>\n<p>Mais ind\u00fastria<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o pelo IBGE<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o industrial subiu 2,8% em dezembro de 2017 ante novembro, segundo divulgou ontem o IBGE. Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2016, a produ\u00e7\u00e3o cresceu 4,3%. No ano de 2017, a ind\u00fastria teve alta de 2,5%.<\/p>\n<p>Por setor<\/p>\n<p>Ainda segundo o IBGE, a produ\u00e7\u00e3o cresceu em 19 dos 26 ramos industriais no ano de 2017. Destaque para a produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos, com alta de 17,2%, minera\u00e7\u00e3o (4,6%) e eletr\u00f4nicos (19,6%). <\/p>\n<p>CNI aponta que no Brasil<\/p>\n<p>A ind\u00fastria brasileira teve quedas no faturamento, no emprego e na massa salarial em 2017. Segundo a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), o faturamento caiu 0,2% no ano. O emprego recuou 2,7%, o total de horas trabalhadas caiu 2,2% e massa salarial, 1,9%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A sensa\u00e7\u00e3o para a ind\u00fastria mineira \u00e9 que o pior j\u00e1 passou. \u00c9 que depois de dois anos de estagna\u00e7\u00e3o e outros tr\u00eas de queda, o faturamento real do setor voltou a subir em 2017, com alta de 1,3% frente o ano anterior, conforme levantamento divulgado ontem pela Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de Minas &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-18961","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18961","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18961"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18961\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18962,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18961\/revisions\/18962"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18961"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18961"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18961"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}