{"id":18336,"date":"2018-02-17T13:33:03","date_gmt":"2018-02-17T13:33:03","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=18336"},"modified":"2018-02-17T13:33:03","modified_gmt":"2018-02-17T13:33:03","slug":"ccr-aposta-em-novos-negocios-nos-eua-e-na-america-latina-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/ccr-aposta-em-novos-negocios-nos-eua-e-na-america-latina-em-2018\/","title":{"rendered":"CCR aposta em novos neg\u00f3cios nos EUA e na Am\u00e9rica Latina em 2018"},"content":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo, 30 jan (EFE).- O grupo CCR, uma das maiores companhias de infraestrutura da Am\u00e9rica Latina, aposta em 2018 nas concess\u00f5es \u00e0 iniciativa privada de aeroportos regionais nos Estados Unidos e nas oportunidades de novos neg\u00f3cios no segmento de mobilidade urbana na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Entendemos que no Brasil o maior neg\u00f3cio da CCR \u00e9 a gest\u00e3o e a administra\u00e7\u00e3o de estradas, mas entendemos tamb\u00e9m que para enfrentar desafios no exterior, os aeroportos podem ser uma boa oportunidade, afirmou \u00e0 Ag\u00eancia Efe Renato Vale, presidente do grupo.<\/p>\n<p>Nesse sentido, completou Vale, os novos neg\u00f3cios permitir\u00e3o que a CCR siga se desenvolvendo com sustentabilidade e sucesso, atenta \u00e0s oportunidades de infraestrutura em diferentes mercados e neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Especificamente no setor aeroportu\u00e1rio, os Estados Unidos se transformam em um mercado atrativo para a CCR, enquanto pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina como Col\u00f4mbia, Chile, Argentina, M\u00e9xico e Peru oferecem tamb\u00e9m um potencial para os novos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Estes pa\u00edses t\u00eam uma economia est\u00e1vel e marcos reguladores definidos, refor\u00e7ou Vale, que tamb\u00e9m reconheceu o acompanhamento por parte da companhia aos projetos do metr\u00f4 nas capitais da Col\u00f4mbia e do Peru.<\/p>\n<p>O vencimento de concess\u00f5es no Chile e na Argentina entre 2018 e 2023 abre tamb\u00e9m possibilidades de atua\u00e7\u00e3o nesses pa\u00edses na \u00e1rea de gest\u00e3o vi\u00e1ria, manifestou Jos\u00e9 Braz, presidente da divis\u00e3o da CCR Rodovias BR.<\/p>\n<p>O grupo iniciou em 1995 suas atividades na \u00e1rea de concess\u00f5es vi\u00e1rias no Brasil e depois, com a capta\u00e7\u00e3o de capital no mercado de a\u00e7\u00f5es em 2002, voltou os interesses para outros segmentos, como o de mobilidade urbana, com atua\u00e7\u00e3o no projeto da Linha 4 do metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo em 2006.<\/p>\n<p>Posteriormente, o grupo se abriu a outros setores e em 2012 entrou no aeroportu\u00e1rio ap\u00f3s vencer as licita\u00e7\u00f5es de tr\u00eas aeroportos fora do Brasil (Quito, San Jos\u00e9, na Costa Rica, e Cura\u00e7ao), apontou Ricardo Bisordi, presidente da divis\u00e3o de Aeroportos.<\/p>\n<p>Esta divis\u00e3o j\u00e1 come\u00e7ou internacionalizada e com isto desenvolvemos o nosso conhecimento na \u00e1rea aeroportu\u00e1ria, apontou o executivo, que destacou tamb\u00e9m a gest\u00e3o desde 2013 do aeroporto de Confins.<\/p>\n<p>Segundo Bisordi, os Estados Unidos, apesar de ser um pa\u00eds obviamente desenvolvido, apresenta muitas oportunidades para a iniciativa privada para a \u00e1rea de transportes. Praticamente n\u00e3o existem concess\u00f5es privadas e por isso o grupo procura desenvolver projetos nesse pa\u00eds.<\/p>\n<p>O primeiro passo da CCR para entrar nesse mercado foi a aquisi\u00e7\u00e3o da TAS (Total Airport Services), uma companhia que realiza opera\u00e7\u00f5es log\u00edsticas em solo e manejo de cargas nos aeroportos de Los Angeles, S\u00e3o Francisco, Atlanta e Chicago, entre outros.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a CCR \u00e9 hoje a \u00fanica operadora da Am\u00e9rica Latina que tem experi\u00eancia de opera\u00e7\u00f5es driverless, as que n\u00e3o t\u00eam motorista e s\u00e3o totalmente autom\u00e1ticas, como a Linha 4 do metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo, a mais moderna da Am\u00e9rica do Sul, comentou Leonardo Vianna, presidente da divis\u00e3o de Mobilidade Urbana.<\/p>\n<p>Nesse setor, citou Vianna, estamos acompanhando e participando de uma maneira ativa das discuss\u00f5es na Col\u00f4mbia, sobre o projeto do metr\u00f4 de Bogot\u00e1, onde o Governo est\u00e1 em uma fase de decis\u00e3o sobre qual modelo ser\u00e1 implantado e que pode vir a ser semelhante ao da Linha 4 do metr\u00f4 paulistano.<\/p>\n<p>Em janeiro, a companhia celebrou a conquista das linhas 5 e 17 do metr\u00f4 de S\u00e3o Paulo ap\u00f3s uma licita\u00e7\u00e3o realizada pelo Governo do Estado e passou a ser a empresa privada l\u00edder na gest\u00e3o de metr\u00f4s na maior cidade sul-americana.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s liderar no Brasil os sistemas de transporte em massa VLT (ve\u00edculos leves sobre trilhos), como o iniciado no Rio de Janeiro para os Jogos Ol\u00edmpicos de 2016, outro desafio para a CCR \u00e9 a conclus\u00e3o do trecho final do metr\u00f4 de Salvador (Bahia).<\/p>\n<p>O projeto ser\u00e1 refer\u00eancia na infraestrutura de mobilidade urbana do pa\u00eds ao ser o primeiro que conectar\u00e1 passageiros entre o aeroporto e o centro da cidade. EFE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Paulo, 30 jan (EFE).- O grupo CCR, uma das maiores companhias de infraestrutura da Am\u00e9rica Latina, aposta em 2018 nas concess\u00f5es \u00e0 iniciativa privada de aeroportos regionais nos Estados Unidos e nas oportunidades de novos neg\u00f3cios no segmento de mobilidade urbana na regi\u00e3o. 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