{"id":18162,"date":"2018-02-17T13:13:08","date_gmt":"2018-02-17T13:13:08","guid":{"rendered":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/?p=18162"},"modified":"2018-02-17T13:13:08","modified_gmt":"2018-02-17T13:13:08","slug":"mamiferos-e-aves-tem-mais-possibilidades-de-se-adaptar-a-mudanca-climatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/mamiferos-e-aves-tem-mais-possibilidades-de-se-adaptar-a-mudanca-climatica\/","title":{"rendered":"Mam\u00edferos e aves t\u00eam mais possibilidades de se adaptar \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p>Londres, 29 jan (EFE).- Os mam\u00edferos e as aves t\u00eam mais possibilidades de evoluir e se adaptar \u00e0 r\u00e1pida mudan\u00e7a clim\u00e1tica do que outros animais como r\u00e9pteis e anf\u00edbios, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira na revista brit\u00e2nica Nature Ecology.<\/p>\n<p>Vemos que os mam\u00edferos e as aves s\u00e3o mais capazes de estender seus h\u00e1bitats, o que sup\u00f5e que se adaptam e mudam mais facilmente, apontou Jonathan Rolland, da University of British Columbia (Canad\u00e1) e autor da pesquisa.<\/p>\n<p>Isto teria &#8211; acrescentou &#8211; um profundo impacto nos n\u00edveis de extin\u00e7\u00e3o e em como o nosso mundo seria visto no futuro.<\/p>\n<p>Para o estudo, os cientistas combinaram dados da atual distribui\u00e7\u00e3o dos animais, os registros f\u00f3sseis e a informa\u00e7\u00e3o filogen\u00e9tica (rela\u00e7\u00f5es evolutivas) de 11.465 esp\u00e9cies, o que lhes permitiu reconstruir onde viveram nos \u00faltimos 270 milh\u00f5es de anos e as temperaturas que necessitaram para sobreviver.<\/p>\n<p>O clima do planeta variou significativamente ao longo da hist\u00f3ria e os pesquisadores descobriram que estas mudan\u00e7as determinaram o local onde vivem os animais.<\/p>\n<p>Rolland sublinhou que o planeta era quente e tropical at\u00e9 h\u00e1 40 milh\u00f5es de anos, o que lhe fazia um lugar ideal para muitas esp\u00e9cies, mas, \u00e0 medida que foi esfriando, os p\u00e1ssaros e os mam\u00edferos puderam se adaptar \u00e0s temperaturas mais frias, o que lhes permitiu se mudar para outros h\u00e1bitats.<\/p>\n<p>Isto pode explicar por que vemos t\u00e3o poucos r\u00e9pteis e anf\u00edbios no \u00c1rtico, disse o especialista.<\/p>\n<p>Rolland explicou que os animais que podem regular a temperatura do corpo, processo conhecido como endotermia, teriam a capacidade de sobreviver porque podem manter o calor de seus embri\u00f5es, cuidar de suas crias e migrar ou hibernar.<\/p>\n<p>Estas estrat\u00e9gias os ajudam a se adaptar \u00e0 temperatura fria, diferentemente de outras esp\u00e9cies, acrescenta o cientista.<\/p>\n<p>Rolland, que trabalhou com especialistas da Su\u00ed\u00e7a e da Su\u00e9cia, argumenta que estudar a evolu\u00e7\u00e3o dos animais no passado e a forma como as esp\u00e9cies se adaptam d\u00e1 importantes pistas para entender o impacto que as r\u00e1pidas mudan\u00e7as atuais de temperaturas t\u00eam na biodiversidade do planeta. EFE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Londres, 29 jan (EFE).- Os mam\u00edferos e as aves t\u00eam mais possibilidades de evoluir e se adaptar \u00e0 r\u00e1pida mudan\u00e7a clim\u00e1tica do que outros animais como r\u00e9pteis e anf\u00edbios, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira na revista brit\u00e2nica Nature Ecology. Vemos que os mam\u00edferos e as aves s\u00e3o mais capazes de estender seus h\u00e1bitats, o &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18162"}],"collection":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18162"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18162\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18163,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18162\/revisions\/18163"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18162"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18162"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/goiasemtempo.com.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18162"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}